Rotary RJ Ilha do Governador

O Rotary Faz a Diferença

Eventos

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Conheça o Boletim Semanal do Rotary RJ Ilha do Governador, Distrito 4570 de Rotary International, Rio de Janeiro, Brasil.
Leia-o em formato revista, clicando na imagem abaixo. Caso não consiga, leia-o em texto corrido, aqui.


Enviado por Luiz Carlos em Sex, 26/11/2010 - 14:27 , em

Ryan Hyland, em Notícias do Rotary International de 15 de novembro de 2010, apresenta matéria sobre Os objetivos comuns entre Rotary e ONU. Veja a matéria completa.

 Em 6 de novembro, mais de 1.100 rotarianos, oficiais da ONU e participantes de programas do Rotary marcaram presença em painéis de discussão sobre alfabetização, recursos hídricos, saúde e atividades pró-juventude durante o Dia Rotary/ONU.

O evento, realizado anualmente na sede da ONU em Nova York, EUA, celebra a parceria das duas organizações. Este ano, os palestrantes deram destaque a projetos rotários que ajudam a avançar as metas da ONU e a melhorar a qualidade de vida de pessoas do mundo todo.

 

Frank Devlyn (à esquerda), ex-presidente do RI, e Carl-Wilhelm Stenhammar, chair do Conselho de Curadores da Fundação Rotária, no Dia Rotary/ONU, realizado na sede da ONU em Nova York em 6 de novembro. Foto: Bryant Brownlee

O Rotary, que vem colaborando com a ONU há 65 anos, possui o mais alto status consultivo já oferecido a uma organização não governamental pelo Conselho Econômico e Social das Nações Unidas.

Durante o painel de abertura, Mickey Chopra, diretor de saúde do Unicef, elogiou o Rotary por sua colaboração para melhorar a saúde de crianças do mundo todo e erradicar a pólio. O Rotary e o Unicef, junto com a OMS e o Centro Norte-americano de Controle e Prevenção de Doenças, são os principais parceiros na Iniciativa Global de Erradicação da Pólio.

"Nossa parceria continua a ser um elemento essencial à erradicação da pólio", comentou Chopra. "Através da visão e da determinação de acabar com a doença de uma vez por todas, os rotarianos estão atendendo a necessidades ainda mais importantes globalmente, como pobreza e falta de água potável."

Chopra disse que a parceria do Rotary com o Unicef é a maior e mais bem-sucedida entre o setor público e privado na área de saúde global.

"O Unicef tem orgulho de trabalhar lado a lado com os rotarianos", ele afirmou. "Com o progresso que já alcançamos juntos, agora, mais do que nunca, é hora de continuarmos a nossa luta."

Durante um painel sobre alfabetização, Elizabeth Fordham, orientadora educacional da Unesco, falou sobre o progresso que a ONU tem feito no que diz respeito à alfabetização de adultos e jovens.

"Os índices de alfabetização adulta aumentaram 8% nos últimos 20 anos. E os de jovens mais ainda", Fordham relatou. "Por mais que estas notícias sejam motivadoras, devemos nos lembrar que há muito mais a ser feito."

Fordham comentou que 796 milhões de adultos no mundo inteiro não sabem ler ou escrever, e destacou que dois-terços deles são mulheres. "O fato é que grande parte dos países em desenvolvimento não tem níveis de alfabetização que possibilitem participação econômica e social", esclareceu.

Ela também deu ênfase ao constante trabalho do Rotary através do patrocínio de iniciativas e aumento da conscientização sobre a importância de combater o analfabetismo.

"Alfabetização para todos é uma meta muito desejada pela Unesco e pelo Rotary", Fordham acrescentou. "Rejeitar a alfabetização é rejeitar um direito humano básico, inclusão social, reconhecimento e crescimento econômico. A alfabetização é necessária ao desenvolvimento."

Durante o painel sobre recursos hídricos, William B. Boyd, ex-presidente do RI, falou sobre projetos de recursos hídricos, saneamento e higiene em Gana, nas Filipinas e na República Dominicana, como parte da Colaboração Internacional H2O.

"Estamos descobrindo que o Rotary tem um papel muito importante no contexto global e que muitas pessoas querem trabalhar conosco", disse Boyd. "Devido às nossas parcerias com grandes organizações, como a USAID, temos a capacidade de fazer uma diferença significativa na vida de muitas pessoas."

Frederik Pischke, consultor de recursos hídricos do secretário da ONU, e Claire B. Lyons, da PepsiCo Foundation, também foram painelistas.

Nancy Binkin, diretora da unidade de política e evidência da seção de saúde do Unicef, falou sobre o progresso no aumento das taxas de sobrevivência infantill e comentou sobre os desafios ainda enfrentados.

H. Bradley Jenkins, representante do RI na ONU, serviu como organizador do evento, junto com Sylvan M. Barnet Jr., Robert A. Coutas, William A. Miller e Helen B. Reisler, representantes suplentes.

Enviado por Luiz Carlos em Qui, 18/11/2010 - 09:38 , em

Veja o Boletim Semanal N° 17 do Rotary RJ Ilha do Governador, Distrito 4570 de Rotary International, Período 2010-2011.



Caso não consiga visualizar, leia-o em texto corrido aqui.

Enviado por Luiz Carlos em Qua, 17/11/2010 - 21:22 , em

Rotary International News de 4 de outubro de 2010 informa que o programa da TV americana 60 Minutes abordando os investimentos que a Fundação Bill&Melinda Gates está fazendo no exterior, dedicou um segmento da edição que foi ao ar no dia 3 de outubro último, à parceria firmada entre Rotary International e a Fundação, no combate à polio.
O conteúdo do programa 60 Minutes esteve focado no trabalho de Bill e Melinda Gates, por meio da Bill & Melinda Gates Foundation, com o objetivo de melhorar a educação e a saúde materno-infantil, e evitar mortes pela AIDS, malária e polio.
Uma equipe do Rotary trabalhou junto com os produtores do programa 60 Minutes durante toda a filmagem do segmento sobre a polio.
Em 21 de março último, a equipe do programa filmou o centro de distribuição de vacinas contra a polio, da Organização Mundial de Saúde, em Wazirabad, India. Toda a equipe, Rotarianos e pessoal de saúde, seguiu depois para o India PolioPlus Committee Chair Deepak Kapur em Sri Ram Colony, Karawal Nagar, uma região densamente povoada próximo a Wazirabad, para filmar atividades de imunização contra a polio.
Veja o vídeo com o programa levado ao ar.

Enviado por Luiz Carlos em Ter, 16/11/2010 - 07:45 , em

Você já pode ler o Boletim Semanal N° 16 do Rotary RJ Ilha do Governador, trazendo inclusive informação sobre a implosão de parte do Hospital do Fundão, dia 19 de dezembro de 2010. Saiba qual o horário e as medidas preventivas que já estão em curso e deverão ser observadas no dia do evento.



Caso não consiga visualizar o Boletim em formato revista, você pode lê-lo em formato texto corrido aqui.

Enviado por Luiz Carlos em Sáb, 13/11/2010 - 08:27 , em

Pelo site teweetreach, é possível avaliar o comportamento de um site no Twitter.

Para saber como está o comportamento do Rotary RJ Ilha do Governador, foi feito um teste no dia 7 de novembro de 2010. O número alcançado está apresentado na imagem abaixo. Vale a pena ter conhecimento. Deve ser considerado que para cada avaliação que o site faz, o número máximo de tweets considerados é de 50.

Para ampliar, clique na imagem.

 

Enviado por Luiz Carlos em Dom, 07/11/2010 - 12:20 , em

O Companheiro Antonio Joaquim, do Rotary Clube Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, distribuiu, por email, mensagem sobre a arte de ouvir, escrita por Rubem Alves.

Não bastasse a mensagem, rica em conteúdo sobre o tema abordado, Antonio Joaquim apresenta introdução sobre o comportamento dos Rotarianos em uma reunião, que, acredito, vale a pena reproduzir. Muito apropriado e que nos sirva de alerta.

Não raro, nas tribunas do ROTARY, somos obrigados a interromper exposições para não “prejudicar” as conversas paralelas, que concorrem nos auditórios e que são fruto do bom companheirismo. E o companheirismo é fundamental em nossos encontros semanais! Algumas ao pé do ouvido, mas em tom que dão para competir com os expositores, e deixa clara a inconveniência.

Muitos companheiros deixam de ser bons ouvintes. E aqueles que não sabem ouvir, perdem oportunidades de desfrutar da experiência do expositor ou terminam por ficar sem informações importantes. Além do desprestígio evidenciado e que resulta em desagrado para quem, quer ser ouvido.

As estatísticas mostram que o ouvinte normalmente só consegue entender e mentalizar apenas 50 % de uma exposição. Esta porcentagem desce para 25 %, 48 horas mais tarde. Isto quer dizer que o que guardamos de uma conversa ou exposição torna-se impreciso e incompleto.

Quero sugerir a apreciação DO CURSO DE ESCUTATÓRIA de RUBEM ALVES. Muito bom.

Antônio J. C. da Cunha - Rotary Club Duque de Caxias.

Vamos então ao texto de Rubem Alves, abaixo trascrito.

Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória. Mas acho que ninguém vai se matricular.

Escutar é complicado e sutil. Diz o Alberto Caeiro que “não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. É preciso também não ter filosofia nenhuma“. Filosofia é um monte de idéias, dentro da cabeça, sobre como são as coisas. Aí a gente que não é cego abre os olhos. Diante de nós, fora da cabeça, nos campos e matas, estão as árvores e as flores. Ver é colocar dentro da cabeça aquilo que existe fora. O cego não vê porque as janelas dele estão fechadas. O que está fora não consegue entrar. A gente não é cego. As árvores e as flores entram. Mas - coitadinhas delas - entram e caem num mar de idéias. São misturadas nas palavras da filosofia que mora em nós. Perdem a sua simplicidade de existir. Ficam outras coisas. Então, o que vemos não são as árvores e as flores. Para se ver e preciso que a cabeça esteja vazia.

Faz muito tempo, nunca me esqueci. Eu ia de ônibus. Atrás, duas mulheres conversavam. Uma delas contava para a amiga os seus sofrimentos. (Contou-me uma amiga, nordestina, que o jogo que as mulheres do Nordeste gostam de fazer quando conversam umas com as outras é comparar sofrimentos. Quanto maior o sofrimento, mais bonitas são a mulher e a sua vida. Conversar é a arte de produzir-se literariamente como mulher de sofrimentos. Acho que foi lá que a ópera foi inventada. A alma é uma literatura. É nisso que se baseia a psicanálise...) Voltando ao ônibus. Falavam de sofrimentos. Uma delas contava do marido hospitalizado, dos médicos, dos exames complicados, das injeções na veia - a enfermeira nunca acertava -, dos vômitos e das urinas. Era um relato comovente de dor. Até que o relato chegou ao fim, esperando, evidentemente, o aplauso, a admiração, uma palavra de acolhimento na alma da outra que, supostamente, ouvia. Mas o que a sofredora ouviu foi o seguinte: “Mas isso não é nada...“ A segunda iniciou, então, uma história de sofrimentos incomparavelmente mais terríveis e dignos de uma ópera que os sofrimentos da primeira.

Parafraseio o Alberto Caeiro: “Não é bastante ter ouvidos para se ouvir o que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma.“ Daí a dificuldade: a gente não agüenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor. No fundo somos todos iguais às duas mulheres do ônibus. Certo estava Lichtenberg - citado por Murilo Mendes: “Há quem não ouça até que lhe cortem as orelhas.“ Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil da nossa arrogância e vaidade: no fundo, somos os mais bonitos...

Tenho um velho amigo, Jovelino, que se mudou para os Estados Unidos, estimulado pela revolução de 64. Pastor protestante (não “evangélico“), foi trabalhar num programa educacional da Igreja Presbiteriana USA, voltado para minorias. Contou-me de sua experiência com os índios. As reuniões são estranhas. Reunidos os participantes, ninguém fala. Há um longo, longo silêncio. (Os pianistas, antes de iniciar o concerto, diante do piano, ficam assentados em silêncio, como se estivessem orando. Não rezando. Reza é falatório para não ouvir. Orando. Abrindo vazios de silêncio. Expulsando todas as idéias estranhas. Também para se tocar piano é preciso não ter filosofia nenhuma). Todos em silêncio, à espera do pensamento essencial. Aí, de repente, alguém fala. Curto. Todos ouvem. Terminada a fala, novo silêncio. Falar logo em seguida seria um grande desrespeito. Pois o outro falou os seus pensamentos, pensamentos que julgava essenciais. Sendo dele, os pensamentos não são meus. São-me estranhos. Comida que é preciso digerir. Digerir leva tempo. É preciso tempo para entender o que o outro falou. Se falo logo a seguir são duas as possibilidades. Primeira: “Fiquei em silêncio só por delicadeza. Na verdade, não ouvi o que você falou. Enquanto você falava eu pensava nas coisas que eu iria falar quando você terminasse sua (tola) fala. Falo como se você não tivesse falado.“ Segunda: “Ouvi o que você falou. Mas isso que você falou como novidade eu já pensei há muito tempo. É coisa velha para mim. Tanto que nem preciso pensar sobre o que você falou.“ Em ambos os casos estou chamando o outro de tolo. O que é pior que uma bofetada. O longo silêncio quer dizer: “Estou ponderando cuidadosamente tudo aquilo que você falou.“ E assim vai a reunião.

Há grupos religiosos cuja liturgia consiste de silêncio. Faz alguns anos passei uma semana num mosteiro na Suíça, Grand Champs. Eu e algumas outras pessoas ali estávamos para, juntos, escrever um livro. Era uma antiga fazenda. Velhas construções, não me esqueço da água no chafariz onde as pombas vinham beber. Havia uma disciplina de silêncio, não total, mas de uma fala mínima. O que me deu enorme prazer às refeições. Não tinha a obrigação de manter uma conversa com meus vizinhos de mesa. Podia comer pensando na comida. Também para comer é preciso não ter filosofia. Não ter obrigação de falar é uma felicidade. Mas logo fui informado de que parte da disciplina do mosteiro era participar da liturgia três vezes por dia: às 7 da manhã, ao meio-dia e às 6 da tarde. Estremeci de medo. Mas obedeci. O lugar sagrado era um velho celeiro, todo de madeira, teto muito alto. Escuro. Haviam aberto buracos na madeira, ali colocando vidros de várias cores. Era uma atmosfera de luz mortiça, iluminado por algumas velas sobre o altar, uma mesa simples com um ícone oriental de Cristo. Uns poucos bancos arranjados em “U“ definiam um amplo espaço vazio, no centro, onde quem quisesse podia se assentar numa almofada, sobre um tapete. Cheguei alguns minutos antes da hora marcada. Era um grande silêncio. Muito frio, nuvens escuras cobriam o céu e corriam, levadas por um vento impetuoso que descia dos Alpes. A força do vento era tanta que o velho celeiro torcia e rangia, como se fosse um navio de madeira num mar agitado. O vento batia nas macieiras nuas do pomar e o barulho era como o de ondas que se quebram. Estranhei. Os suíços são sempre pontuais. A liturgia não começava. E ninguém tomava providências. Todos continuavam do mesmo jeito, sem nada fazer. Ninguém que se levantasse para dizer: “Meus irmãos, vamos cantar o hino...“ Cinco minutos, dez, quinze. Só depois de vinte minutos é que eu, estúpido, percebi que tudo já se iniciara vinte minutos antes. As pessoas estavam lá para se alimentar de silêncio. E eu comecei a me alimentar de silêncio também. Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro. Ausência de pensamentos. E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia. Eu comecei a ouvir. Fernando Pessoa conhecia a experiência, e se referia a algo que se ouve nos interstícios das palavras, no lugar onde não há palavras. E música, melodia que não havia e que quando ouvida nos faz chorar. A música acontece no silêncio. É preciso que todos os ruídos cessem. No silêncio, abrem-se as portas de um mundo encantado que mora em nós - como no poema de Mallarmé, A catedral submersa, que Debussy musicou. A alma é uma catedral submersa. No fundo do mar - quem faz mergulho sabe - a boca fica fechada. Somos todos olhos e ouvidos. Me veio agora a idéia de que, talvez, essa seja a essência da experiência religiosa - quando ficamos mudos, sem fala. Aí, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia, ouvimos a melodia que não havia, que de tão linda nos faz chorar. Para mim Deus é isto: a beleza que se ouve no silêncio. Daí a importância de saber ouvir os outros: a beleza mora lá também. Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto... (O amor que acende a lua, pág. 65.)

Enviado por Luiz Carlos em Dom, 07/11/2010 - 11:50 , em

Você, que ainda não se convenceu de que doar à Fundação Rotária é uma oportunidade de bem servir, veja abaixo a matéria escrita por Antoinette Tuscano, publicada em Notícias do Rotary International de 5 de outubro de 2010. 

Existem inúmeras razões para apoiar a Fundação Rotária e fazer o bem no mundo.

 Ao contribuir à Fundação, você apoia as seis áreas de enfoque, as quais ajudam a promover a boa vontade, paz e compreensão mundial por meio de apoio a iniciativas de melhoria da saúde, da educação e do combate à pobreza. Através da iniciativa Todos os Rotarianos, Todos os Anos, a principal fonte de financiamento dos programas da Fundação, você se torna um contribuinte especial ao doar US$100 todo ano.

Aqui estão alguns exemplos de como suas contribuições fazem a diferença:

 Ao contribuir à Fundação, você ajuda a promover a boa vontade, paz e compreensão mundial por meio de apoio a iniciativas de melhoria da saúde, da educação e do combate à pobreza. Rotary Images

5. Combate à fome

Na Romênia, órfãos e crianças doentes recebem leite, ovos e carne devido a um projeto subsidiado pela Fundação que auxilia fazendeiros locais.

Fundos são fornecidos para que comprem tudo o que precisam, de ração para animais a materiais para embalagens, contanto que parte da produção da fazenda seja doada a hospitais infantis, escolas e orfanatos.

No Alasca, EUA, o Rotary Club de Anchorage East também vem combatendo a fome através da distribuição de alimentos a famílias de baixa renda.

Projetos como estes estão relacionados às áreas de saúde materno-infantil, e desenvolvimento econômico e comunitário.

4. Redução da taxa de mortalidade infantil

Os Rotary Clubs de Jaela-Kandana, Sri Lanka, e Madras Northwest, Índia, estão ajudando a reduzir o índice de mortalidade infantil através da construção de instalações sanitárias para 15 famílias em uma pequena comunidade no Sri Lanka. Com fundos de um Subsídio Equivalente da Fundação Rotária, os clubes já construíram 14 banheiros, ajudando a prevenir diarreia e outras doenças relacionadas à falta de saneamento.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 1,8 milhões de crianças morrem de diarreia por ano, a segunda maior causa de mortes de crianças menores de cinco anos. O saneamento apropriado pode reduzir a taxa de mortalidade infantil em até um terço em muitas comunidades. A terceira área de enfoque engloba recursos hídricos e saneamento.

3. Promoção de paz e resolução de conflitos

Testemunhar a destruição causada pela guerra civil em sua terra natal, Costa do Marfim, fez com que Kouame Remi Oussou, bolsista Rotary pela Paz, desenvolvesse um grande interesse pela resolução de conflitos.

Ele agora trabalha no Programa das Nações Unidas para o DesenvolvimentoLeia mais sobre Oussou. na República Centro-Africana, um país que costumava vivenciar conflitos internos periodicamente antes de um acordo de paz entrar em vigor em 2007.

Os bolsistas Rotary pela Paz são líderes na promoção da cooperação nacional e internacional, paz e resolução de conflitos. Contribua aos Centros Rotary pela Paz. Paz e prevenção/resolução de conflitos é a primeira área de enfoque. Leia o que quatro bolsistas têm a dizer sobre a paz.

2. Educação básica e alfabetização

A educação ajuda a reconstruir vidas, seja em pequenas cidades rurais ou em países destruídos por guerras. Um projeto de alfabetização patrocinado por rotarianos americanos e pela International Reading Association (IRA) está ajudando refugiados sudaneses a fortalecer suas comunidades, capacitando-os para ensinar futuras gerações.

A Southern Sudan Teacher Training Initiative treina e orienta refugiados da guerra civil do país, que já dura décadas, para ensinarem alunos do ensino básico ao fundamental. "As pessoas que retornam dos campos de refugiados para reconstruir suas vidas em Duk County têm muita vontade de aprender", diz John Dau, refugiado e fundador da John Dau Foundation. Saiba mais sobre o projeto.

1. Erradicação da pólio

No mundo todo, rotarianos estão realizando caminhadas, mergulhando em águas geladas e participando de vários tipos de eventos de arrecadação de fundos para ajudar o Rotary a cumprir sua promessa de erradicar a pólio. Si Burgher, por exemplo, do Rotary Club de Bloomfield, EUA, arrecadou cerca de US$1.600 ao raspar sua sobrancelha.

Em 1985, o Rotary lançou o programa Pólio Plus e, desde então, a erradicação da pólio tem sido a prioridade da organização. Faça sua contribuição e nos ajude a eliminar a pólio.

Enviado por Luiz Carlos em Sáb, 06/11/2010 - 11:05 , em

O Dr. James Orbinski estará falando no Rose City Kids Theatre na sexta-feira 26 de novembro. Ele recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 1989, representando a instituição Médicos Sem Fronteiras (Doctors Without Borders). Ele, médico baseado em Toronto, serviu como presidente da organização de 1998 até 2001.
A visita de Orbinski é parte de um evento organizado pelo Rotary Club of Welland para arrecadação de fundos, com vistas a apoiar o trabalho sendo realizado pelo Rotary International e pela organização Dignitas International - uma organização cofundada por Orbinski em 2003. Rotary International e Dignitas estão tentando levantar US$1.5 million pelos próximos três anos para ajudar a cobrir os custos para prevenir o alastramento do HIV entre crianças e jovens na África.
O presidente do Rotary Club of Welland, Robert De Smit disse que a visita de Orbinski foi organizada por Jos Nolle, membro do clube, que trabalhou para a organização Médicos Sem Fronteiras, em Moçambique, há dez anos atrás, antes de se mudar para Welland.
Os tíquetes para o evento custam US$65.
A notícia sobre o evento foi veiculada pelo periódico The Tribune, de Welland. Veja a matéria completa, na edição online.

Enviado por Luiz Carlos em Qui, 04/11/2010 - 12:02 , em

O Keilor Rotary Club está desenvolvendo um programa para educar jovens adolescentes sobre os perigos de dirigir no trânsito.

Cameron Horder do Keilor Rotary Club diz que ter uma carteira de motorista e as chaves do veículo, nem sempre significam que um jovem motorista está pronto para dirigir nas ruas ou estradas.

Mr Horder e seus Companheiros Rotarianos lançarão o Programa Rotary Jovens Motoristas Conscientes (Rotary Youth Drivers Awareness Program). Com o programa eles acreditam que os jovens motoristas adolescentes aprenderão como se tornarem práticos na direção defensiva.

O programa está baseado em estratégias para prevenção de acidentes projetadas pelo Rider Training Australia, e será distribuído pelos Rotary Clubs, por toda a cidade de Victoria e será lançado no próximo dia 18 de novembro.

Veja o link da matéria publicada no Moonee Valley Weekly - Your Community Voice.

Enviado por Luiz Carlos em Qua, 03/11/2010 - 15:37 , em
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