Rotary RJ Ilha do Governador

Rotary a Serviço da Humanidade

Eventos

O Presidente da Comissão Marcos Antônio Alves fez a abertura do Fórum e passou a palavra para o Moderador Luiz Carlos Dias. Este fez a apresentação do palestrante Governador Newton Amaral que iniciou sua fala agradecendo o convite e a presença de todos.

Falou da situação atual de Rotary em nível mundial com relação a número de associados. Quase 50% dos clubes têm menos de 20 associados. A saída de sócios tem sido muito grande e que o Rotary só não para de crescer porque sempre são abertos novos clubes. Para que haja o surgimento de novos clubes é preciso que o Governador tome a frente e cobre dos presidentes a fundação de novos clubes.

Como Coordenador de Expansão Distrital fez algumas sugestões de ações para aumentar o número de sócios, como:

1 Passar uma lista para que os associados coloque o nome de pessoas conhecidas que seriam possíveis sócios. O Presidente entra em contato e convida para uma reunião. Preparar uma palestra bem interessante. Fazer com que a pessoa se sinta bem. No dia seguinte o responsável  por novos sócios liga para saber como foi.

2 Distribuição de folders nas empresas

3 Reunião com palestra para empresários e profissionais liberais

4 Criação de Rotaract e Interact para “treinar” novos sócios.

Ressaltou que é preciso evitar a saída de sócios pois estes podem sair falando mal do clube e principalmente do Rotary. Devemos ter entendimento quando um companheiro falta muito ou deixa de pagar a mensalidade e que isso não seja um motivo para excluir um companheiro. Isso acontece quando o clube tem um Conselho inexperiente.

Luiz Carlos Dias então abriu espaço para perguntas e discussões onde os participantes se posicionaram e propuseram ações para o Rotary Ilha aumentar o quadro associativo.

Ao final o Presidente Carlos Roberto agradeceu a presença de todos, em especial ao palestrante, presenteando-o com um livro de sua autoria.

Em seguida todos seguiram para o almoço com suas famílias.

Abaixo, fotos do fórum.

  

 

Enviado por Luiz Carlos em Ter, 25/10/2016 - 13:59 , em

O primeiro salto de paraquedas de Noel Jackson foi a 4.000 metros de altura e nada teve a ver com arrecadação de fundos para a erradicação da pólio. 

O dentista de Michigan, nos EUA, recebeu o salto de presente dos seus funcionários pois eles sabiam que ele gostava de se aventurar.

“A adrenalina da queda livre é algo que nunca vivenciei antes. A velocidade é inacreditável. Não dá tempo nem de saber se você está gostando ou não", conta Jackson, do Rotary Club de Trenton, a respeito do seu primeiro salto, junto com um paraquedista profissional. 

Mas ele gostou da sensação. Gostou tanto que concordou em saltar novamente com Shiva Koushik, um rotariano e amigo do Canadá. 

Os dois estavam esperando pelo salto quando suas esposas tiveram a ideia de incluir outras pessoas e arrecadar fundos para a luta contra a pólio.

Assim, em agosto de 2014, com um salto em Michigan, eles arrecadaram US$15.000 para a campanha. Com a equiparação de 2:1 da Fundação Bill e Melinda Gates, a iniciativa totalizou US$45.000 para a causa. 

Desde 1985, o Rotary já contribuiu mais de US$1,5 bilhão e inúmeras horas de trabalho voluntário para vacinar crianças contra a doença. Desde então, os casos de pólio caíram em 99,9% e apenas três países continuam endêmicos: Afeganistão, Nigéria e Paquistão. Embora o Dia Mundial de Combate à Pólio, 24 de outubro, seja uma ótima oportunidade para lembrar o mundo da necessidade de terminarmos o nosso trabalho, a arrecadação de fundos e o aumento da conscientização pública são iniciativas que devem acontecer o ano inteiro. 

Quanto mais, melhor 

Julie Caron, associada do Rotary Club de Toronto Skyline, ouviu sobre os planos para o evento de Michigan depois de ter sido convidada a fazer uma apresentação no treinamento de líderes do distrito de Koushik.  

“Estávamos numa sala depois da conferência quando Koushik começou a falar sobre o salto", conta Caron. "Ficamos super entusiasmados e concordamos em participar." 

“Eu não gosto de voltar atrás quando digo que vou fazer alguma coisa, mesmo que seja no meio da noite", explica. Então, ela começou a arrecadar fundos e foi a Michigan para o salto. 

A rotariana também levou a ideia para o seu próprio clube, cujos associados são, em grande parte, jovens profissionais em busca de coisas divertidas para fazer. E em julho, dez associados do clube de Toronto Skyline e de outros Rotary Clubs vizinhos saltaram de paraquedas e arrecadaram fundos para a erradicação da pólio. 

Caron espera que o evento se torne uma tradição anual.  

“A erradicação da pólio é, com certeza, uma causa que eu gosto muito", ela conta. "Não é uma campanha de arrecadação difícil de se organizar. Você liga para as pessoas, escolhe um lugar e começa a perguntar se elas preferem saltar ou fazer uma doação". 

Jackson, que saltou do avião com sua fantasia de "Capitão Rotary", diz que angariou, sozinho, US$4.700 para a campanha de Michigan usando a tática de Caron. 

“Eu chegava para as pessoas e contava que ia saltar de paraquedas em prol da erradicação da pólio e dava a elas duas opções", conta Jackson. "Eu explicava que estava pagando US$180 do meu próprio bolso para saltar e, se elas não quisessem fazer o mesmo, teriam que pelo menos doar US$180. A maioria das pessoas concordava." 

Voando como um pássaro 

Koushik e sua esposa também contribuem de outras maneiras para a erradicação da pólio. Eles fizeram várias viagens, por meio do distrito, para vacinar crianças no Afeganistão, Paquistão e Índia – país do que qual emigraram para o Canadá 30 anos atrás. Além disso, estão planejando participar da campanha nacional de vacinação do Paquistão, no ano que vem. 

No entanto, o salto de paraquedas tem um lugar especial no coração de Koushik. 

“Foi um dos pontos altos da minha colaboração para a erradicação da pólio", afirma. "É uma sensação de liberdade. Logo que você pula do avião, não dá para ter uma ideia clara do que está acontecendo. Você está em queda livre e tudo acontece muito rápido. Mas assim que o paraquedas abre, você olha ao redor e fica maravilhado. É ótimo se sentir livre como um pássaro."  

Por Arnold R. Grahl - Rotary News & Features

Enviado por Luiz Carlos em Sáb, 15/10/2016 - 08:35 , em

Varun Bhati ganhou a medalha de bronze no evento de salto em altura nos Jogos Paralímpicos Rio 2016, depois de saltar 1,86m.

O paraatleta de 21 anos de idade foi diagnosticado com poliomielite ainda bem jovem, o que o levou a ter uma de suas pernas completamente deformada.

A Quint acompanhou a trajetória de Bhati com o vídeo abaixo.

Fonte: the quint - Rohan Pathak

Enviado por Luiz Carlos em Qui, 13/10/2016 - 13:55 , em

Para satisfação de todos os Associados do Rotary RJ Ilha do Governador, no último dia 27 de Setembro, em Reunião Festiva iniciada às 20:30 horas, foram empossados dois novos Associados: Carlos Felipe Arantes lemos, na classificação Odontologia, apadrinhado pelo Companheiro e presidente Carlos Roberto dos Santos e Jônathan Silva dos Santos, na classificação Instituição Financeira, apadrinhado pelo Companheiro Sylvio Augusto Regalla.

Após a leitura do Termo de Posse e assinatura pelos empossados, padrinhos, Presidente e Secretária, o novo Companheiro Carlos Felipe procedeu à leitura da Prova Quádrupla de Rotary seguido pelo novo Companheiro Jônathan, que leu os Objetivos de Rotary.

Cada um dos padrinhos apresentou os novos Associados aos participantes da reunião, com informações sobre cada um dos empossados.

Logo após os padrinhos colocaram os respectivos pins de Rotary nas lapelas de cada um e o Presidente Carlos Roberto declarou-os empossados. Os novos Associados juntam-se aos demais do Rotary RJ Ilha do Governador, com a finalidade de fortalecimento do clube e realização de novos projetos e atividades para apoio à comunidade insulana.

Seguem imagens do evento.

   

   

   

   

   

   

Enviado por Luiz Carlos em Sex, 30/09/2016 - 12:58 , em

O Rotary foi reconhecido em 17 de setembro pela televisão pública americana, no quinto programa anual pelo Dia do Americano Graduado, por seu trabalho com a Escola Monarch, baseada em San Diego, uma escola K-12 para jovens sem-teto. O Rotary Club de San Diego, Califórnia, EUA, foi reconhecido por seu trabalho orientando alunos da escola, mantendo-os no caminho da graduação, e ajudando a escola a continuar prosperando durante tempos econômicos difíceis. A CEO da Escola Monarch, Erin Spiewak, apareceu como um dos convidados do show, junto com a aluna da Monarch, Cynthia Valenzuela, que atestou sobre a experiência positiva, de mudança de vida que a escola Monarch lhe proporcionou e aos milhares de estudantes que têm entrado pelas portas da escola.

Quando a Escola Monarch estava em perigo de perder o seu arrendamento em meio a uma onda de remodelação no núcleo urbano de San Diego, em 1998, os membros do Rotary Clube de San Diego se uniram, juntaram seus recursos, e entraram em ação: em última análise, encontraram um novo local e reuniram os principais esforços para levantarem US$ 1,4 milhões para reformas, mobiliário e equipamentos. Quase duas décadas depois, em um espaço arejado, perto do mar, a escola oferece educação e serviços sociais para cerca de 400 dos cerca de 20.000 jovens moradores de rua de San Diego. Os resultados dos testes dos alunos melhoraram, e os sócios do clube continuam a apoiar a escola e servem como mentores, tutores e acompanhantes voluntários.

O Rotary foi uma das 25 organizações sem fins lucrativos a ser reconhecido durante a transmissão, culminando uma semana cheia de cobertura sobre a educação pela rede PBS. Conduzido por Soledad O'Brien, o show de quatro horas incluiu convidados famosos, como o grande astro do basquete Shaquille O'Neal, o ex-secretário de Estado americano, Colin Powell, e o músico Rachel Platten.

O 'Dia do Graduado Americano' foi transmitido ao vivo a partir da WNET em New York City e retransmitido em estações públicas de televisão nos Estados Unidos. Veja o vídeo relativo ao RC San Diego.

Fonte: Rotary News&Media - 20/09/2016

Enviado por Luiz Carlos em Sex, 23/09/2016 - 18:47 , em

No último dia 17 de setembro aconteceu na residência do companheiro Sylvio Augusto Regalla Júnior excelente encontro de companheirismo do Rotary RJ Ilha do Governador. Os companheiros presentes desfrutaram, além da acolhida do casal Guto e Jussara, alegres momentos de convívio rotário com a degustação de magníficos vinhos portugueses e pratos preparados com carinho.

A seguir são mostradas imagens colhidas no momento do encontro.

 

 

 

 

 

Enviado por Luiz Carlos em Qui, 22/09/2016 - 15:30 , em

Conseguir novos associados é fácil. O difícil é mantê-los no clube por um longo período. O Rotary Clubde Evanston, EUA, tem usado diversas estratégias para ajudar os novos rotarianos a se sentirem conectados. “Eles precisam estar envolvidos e ter responsabilidades”, diz o presidente do clube, Wally Bobkiewicz. “Todo novo associado é convidado a integrar pelo menos uma comissão.”

Bobkiewicz também delega tarefas a novos associados nas reuniões semanais, como receber os companheiros ou servir como diretor de protocolo, e os incentiva a participarem de eventos ou projetos humanitários.

“Está funcionando”, diz ele. Desde dezembro, o clube de 98 anos cresceu em 10%, totalizando 48 associados. Uma das novas associadas é Cindy Beebe, agente federal aposentada, que agora administra sua própria empresa de segurança.

Beebe inscreveu-se prontamente à comissão de jardinagem. Ela recebeu um kit de boas-vindas, uma lista de associados e um folheto sobre o clube. Beebe disse que a lista, que inclui nome, foto e ocupação de cada associado, foi o presente mais útil. “Geralmente, lembro-me bem dos rostos, mas não dos nomes das pessoas”, ela admite.

Outra estratégia que Beebe e Bobkiewicz consideram útil é realizar eventos sociais que incluam os novos rotarianos.

“Esse grupo se diverte!”, diz Beebe. “Não é só se sentar para uma refeição e ouvir alguém falar. Nós aprendemos coisas novas e há várias atividades para fazermos fora do horário regular, como um encontro recente que tivemos em um pub irlandês.”

Fonte: Rotary Leader - Julho 2016

Enviado por Luiz Carlos em Ter, 19/07/2016 - 10:00 , em

Quando foi a última vez que foi constatada a poliomielite na Europa? Se você disse 2002, errou; este não foi o ano em que a região foi certificada como livre da pólio. A última vez que a pólio afetou uma criança na Europa foi no verão passado. Em 2015, duas crianças ucranianas foram diagnosticadas com paralisia devido à poliomielite e, dada a forma como a doença se manifestou, isto pode significar muito provavelmente que elas foram infectadas e não apresentaram sintomas. Pelo menos uma agência de notícias ocidental considerou o surto como "louco" - mas a realidade é que não há lugar na Terra que esteja a salvo da pólio até que a doença seja erradicada em todos os lugares.

A Ucrânia tinha vacinado apenas 50 por cento de suas crianças contra a poliomielite, e as baixas taxas de imunização são uma receita para um surto. Neste caso, uma mutação rara na estirpe enfraquecida usada na vacina oral contra a poliomielite foi capaz de se espalhar por muitas crianças que não foram vacinados. Para pará-lo de progredir, o país precisava administrar 5 milhões a 6 milhões de vacinas por meio de um programa de emergência. Mas como recentemente, até março, a capacidade da Ucrânia para fazer isso permaneceu sob questão.

Encontrar casos de pólio fora do Afeganistão e do Paquistão, os únicos países que ainda têm de erradicá-la, não é incomum. Em 2014, pouco antes da Copa do Mundo chegaram viajantes de todo o planeta para o Brasil, o país identificou o poliovírus no sistema de esgoto no Aeroporto Internacional de São Paulo, Viracopos. Usando testes genéticos, funcionários atribuíram sua origem à Guiné Equatorial. Os esforços de vacinação regulares do Brasil impediram a doença de aparecer além das portas do aeroporto.

Esses são exemplos frustrantes para os milhares de pessoas em todo o mundo que trabalham para erradicar a pólio. A luta já percorreu um longo caminho, mas está longe de terminar. E enquanto muitos envolvidos no esforço dizem que podem detectar o último caso natural de pólio ainda este ano, chegar a esse ponto - e garantir que a doença permanece desaparecida - continuará a exigir dinheiro, trabalho duro, e o apoio dos rotarianos ao redor do mundo.

ENCONTRAR A PÓLIO

Um dos aspectos mais importantes da luta para erradicar a pólio está em detectar onde a doença está presente. Esta vigilância contínua é complicada e caro. Noventa por cento das pessoas infectadas com o vírus não apresentam sintomas, e algumas normalmente têm sintomas leves, como febre, fadiga e dores de cabeça. Apenas um em cada 200 casos da doença resulta em paralisia, o que significa que para cada criança com sinais de paralisia, várias centenas são portadores da doença e podem não mostrá-los.

Mas nem todos os casos de paralisia são causados pela poliomielite. Outros vírus que podem ser responsáveis pelos sintomas da poliomielite do tipo conhecido como paralisia flácida aguda incluem a encefalite japonesa, Nilo Ocidental, Guillain-Barré, e Zika. Para determinar se um paciente tem a pólio, os médicos devem recolher uma amostra de fezes e enviá-la a um laboratório para testes.

Para encontrar os pacientes que não apresentam sintomas ou não foram encaminhados para uma clínica, o Rotary e seus parceiros na Iniciativa Global de Erradicação da Pólio (GPEI) - Organização Mundial de Saúde, os Centros dos EUA para Controle e Prevenção de Doenças, UNICEF, e Fundação Bill & Melinda Gates - criaram amostragem ambiental nas áreas que são mais suscetíveis à doença. Quinze a vinte países ainda estão em alto risco, apesar de ter erradicado a doença. Porque o poliovírus é mais facilmente detectado, e mais facilmente encontrado, através de fezes, pesquisadores colhem amostras dos sistemas de esgoto e, em lugares que não têm infraestrutura de esgoto, dos rios e calhas abertas.

O GPEI desenvolveu uma rede de 145 laboratórios em todo o mundo que podem identificar a doença, e o Rotary tem desempenhado um papel de liderança no apoio a estas instalações. Mas vigilância ambiental regular é "logisticamente não tão fácil de fazer e é relativamente caro. Ela adiciona um fardo considerável para os laboratórios para processar as amostras de esgoto", diz Stephen Cochi, assessor do diretor da Divisão de Imunização Global, no CDC. "Custa dinheiro real para manter essa rede operacional, e essa rede de laboratórios é a rede de doença infecciosa, state-of-the-art,  mais altamente sofisticada no mundo. Os rotarianos devem se orgulhar disso - é a rede número 1, sem comparação".

Como parte deste sistema de laboratórios, o Rotary ajudou a financiar pequenos laboratórios locais e mais sofisticados que estão tentando manter o controle das variações genéticas complicadas da doença. Esses laboratórios testam geneticamente o vírus da pólio e seguem como ele muda e como ele se espalha. Todos os vírus sofrem mutação para confundir o sistema imunológico humano, mas o poliovírus é notório por fazê-lo em uma taxa rápida. Isto torna mais fácil para controlar as alterações genéticas do vírus, embora o processo, vital para o esforço de erradicação, seja caro e irá precisar de financiamento contínuo. Foram esses laboratórios especializados que permitiram que as autoridades brasileiras rastreassem o vírus que encontraram no seu aeroporto, vindo da Guiné Equatorial.

"Cada vírus tem uma impressão digital", diz Cochi, e isso é uma ferramenta essencial para monitorar como o vírus está se movendo ao redor do mundo.

A vigilância é a chave para o sucesso, diz Michel Zaffran, diretor de erradicação da pólio da OMS. "Precisamos ir e investigar cada caso de paralisia, colher amostras e analisá-lo. Este nível de vigilância deve continuar em todos os lugares que já não têm a poliomielite, para se certificar de que estão realmente livres da pólio. Este é um custo oculto para o programa que as pessoas não percebem e é absolutamente necessário para manter".

VACINAR, VACINAR, VACINAR

O aparecimento de pólio na Ucrânia no ano passado é um exemplo perfeito de por que as campanhas de vacinação são essenciais - e não só no Afeganistão e no Paquistão. A vacinação em grande escala é um enorme empreendimento que exige dinheiro, bem como milhares de voluntários no terreno. E em locais onde os programas de vacinação têm sido bem sucedidas, o desafio agora é para localizar e vacinar essa pequena porcentagem de crianças que foram perdidas.

A vacina em si não é o maior gasto em uma campanha de vacinação (na verdade, o Rotary raramente financia vacinas). É a distribuição da vacina - transporte e de pessoal, por exemplo - que custa tanto. Em janeiro, o dinheiro doado por rotarianos cobriu os custos de uma campanha de vacinação em Cameroun que envolveu 34.000 vacinadores e 21.000 veículos, que os voluntários usaram para chegar aos bairros e viajar de casa em casa para administração da vacina. Os fundos também foram para mais de 3.700 locutores e 45 spots de rádio no Chade, para mais de 14.000 guias locais e 500 líderes de clãs para garantir que os filhos de nômades fossem vacinadas na Etiópia, e para fornecer treinamento e apoio para vacinadores voluntários em 60.000 comunidade no Afeganistão.

"Eu acho que às vezes as pessoas não percebem a dimensão do que essas campanhas de vacinação são realmente", diz o Chair do Comitê Internacional Pólio Plus, Michael K. McGovern. "Rotary e seus parceiros administraram 15 bilhões de doses desde 2000. Temos imunizados 2,5 bilhões de crianças. Repetidamente atingir as crianças para aumentar os seus níveis de imunização é uma iniciativa muito pessoal e intensiva."

A campanha de vacinação é assustadoramente complexa. As contribuições dos rotarianos pagam o planejamento por especialistas técnicos, os esforços de comunicação em larga escala para conscientizar as pessoas sobre os benefícios da vacinação e as datas das campanhas, e o apoio de voluntários para ir de porta em porta nas grandes cidades, bem como em áreas remotas que podem não aparecer em qualquer mapa. Por vezes, inclui superar a desconfiança do governo local ou de fora e negociar com uma doutrina religiosa complicada. E isso significa tentar compreender os movimentos de populações nômades ou de pessoas expulsando os agentes para fora de suas casas por causa da agitação. Independentemente de como eles vivem suas vidas, cada uma dessas crianças devem ser vacinadas. O GPEI abordou algumas destas questões através da criação de pontos de vacinação em áreas de trânsito de alto tráfego, tais como estações de trem ou terminais de ônibus.

"No norte da Nigéria, por exemplo, quando há distúrbios, a população tende a mover-se para fora das áreas perigosas", diz Zaffran da OMS. "Então, nós acompanhamos atentamente quando uma determinada área é acessível e quando não é. Se Boko Haram estava conflagrada, nós não vacinamos, mas no momento em que estava em uma situação mais tranquila faríamos um entra e sai - uma ação do tipo vacinar e correr. Estar presente por um curto período de tempo e sair ".

O GPEI cria esquemas logísticos detalhados para as equipes de vacinação, que são constantemente aperfeiçoadas para garantir que cada criança seja atingida. Em um processo chamado mapeamento social, os profissionais de saúde se reúnem com moradores de áreas remotas ou de conflito e pedem-lhes para identificar a sua área, comparando-a com mapas e outros dados para tentar encontrar assentamentos que podem ter sido perdidos. No topo do desafio de descobrir aldeias anteriormente desconhecidas ou a dificuldade em garantir que cada casa em uma cidade seja visitada por voluntários, há a complicada tarefa de negociar as crenças religiosas ou culturais que podem impedir as pessoas de concordar em ser vacinadas. Esta é uma das áreas em que o Rotary tem se destacado, quando rotarianos locais assumiram a tarefa de ajudar a vacinar os seus vizinhos.

De acordo com Reza Hossaini, chefe dos esforços de erradicação da pólio da UNICEF, vacinadores em campo têm desenvolvido relações com líderes locais para identificar o que a população local quer e precisa. Essas relações têm construído a confiança suficiente para superar a "forte resistência interna", que vacinadores encontraram no passado. Mas este nível de detalhe na compreensão das razões psicológicas que uma comunidade seria avessa à vacinação requer habilidade científica, tecnológica e social, bem como encontrar vacinadores que atendam às necessidades específicas de cada comunidade.

APÓS O ÚLTIMO CASO

Mesmo se o último caso de pólio seja identificado este ano, uma enorme quantidade de trabalho permanecerá para garantir que ele permaneça desaparecido.

A vacinação vai continuar e precisa ser financiada. Nas áreas onde a pólio ainda existe e muitas das áreas onde foi recentemente erradicada, as vacinas contêm uma versão ainda viva do vírus enfraquecido, que é muito mais eficaz do que um vírus morto na proteção de surtos às comunidades, criando o que é conhecido como imunidade de rebanho. É também mais barato de fabricar e distribuir e, porque ela é administrada por via oral, muito mais fácil de administrar do que a vacina da poliomielite injetável (IPV).

Mas, enquanto a vacina com vírus vivo reduziu a pólio em mais de 99,9 por cento, ela carrega um pequeno risco. O vírus vivo enfraquecido dentro de uma vacina pode, raramente, se transformar de volta para uma forma virulenta. Onde a cobertura vacinal é baixa, ele pode infectar populações, mesmo em países que foram certificados como livres da pólio, como a Ucrânia. Para evitar esta situação, uma vez que o vírus foi certificado como erradicado, todas as vacinas de vírus vivo em todo o mundo será destruída e substituída com IPV, que não contém o vírus vivo. Esta vacina será distribuída, e os trabalhadores de cuidados de saúde serão treinados para aplicar injeções, um processo que já começou. A comunidade de combate à poliomielite ainda vai precisar vacinar centenas de milhões de crianças a cada ano até que o mundo seja certificado como livre da pólio. Por esse tempo, a vacinação contra a pólio terá se tornado parte de programas de vacinação de rotina em todo o mundo.

Uma vez que o último caso de poliomielite esteja constatado, serão necessários três anos, para assegurar que o último caso é, de fato, um caso final. Isso significa que, se o último caso for verificado este ano, todos esses programas continuarão a precisar de financiamento e voluntários até 2019, a um preço de US$ 1,5 bilhões que serão financiados por governos e doadores como o Rotary. Isso é em adição às contribuições já realizadas pelos rotarianos em mais de US $ 1,5 bilhão para a causa até agora.

"Estamos muito perto. Nós temos uma redução de 99,9 por cento em pólio. Mas nós não chegamos lá ainda", diz John Sever, vice-presidente da Comissão Internacional Pólio Plus do Rotary, que faz parte dos esforços de erradicação desde o início. "Os rotarianos e outros têm de continuar a trabalhar. As pessoas vão naturalmente dizer, 'Bem, parece ser basicamente que a pólio se foi, então vamos passar para outras coisas", mas o fato é que não se foi, e se seguirmos em frente e não concluirmos o trabalho, nós estaremos nos propondo a ter a doença de volta logo."

"O Rotary estava lá no início", diz McGovern. "Seria lamentável se Rotary não estiver lá na linha de chegada. Nós fizemos muito, fizemos muito progresso para a erradicação antes de terminar".

Enviado por Luiz Carlos em Dom, 17/07/2016 - 10:29 , em

A obra concluída possui 800 metros quadrados e levou nove meses para ser entregue. No total foram investidos R$ 1 milhão obtidos através de doações, faltam mais R$ 600 mil para equipar os 22 leitos.

Dentista de formação, mas adotou a carreira de construtor, o empresário Hélio Morales Leal conseguiu fazer milagre construindo 800 metros quadrados de obras ao custo de R$ 1 milhão.

Durante nove meses o empresário Hélio Morales Leal dedicou quatro horas do dia para acompanhar uma obra de alvenaria, construída como qualquer outra. Foram utilizados; tijolos, ferro, areia, cimento, piso, entre outros materiais de construção.

Entretanto essa foi diferente. Além desses materiais foram empregados também; dedicação, carinho, solidariedade e muita boa vontade. Essa soma de produtos e esforços resultaram numa equação de amor e respeito ao próximo que materializou a construção de 10 apartamentos com 22 leitos destinados à ala de internação do setor de oncologia do Hospital Auxiliadora, que atenderá pacientes de Três Lagoas e região do Sistema Único de Saúde (SUS).

A obra teve um orçamento de R$ 1 milhão, investidos na construção de 10 apartamentos, com 22 leitos com estrutura de um hospital de referência.

Por traz desse desafio estava o Rotary Clube Três Lagoas, enquanto Morales seguia na linha de frente. A soma de solidariedade da sociedade mostrou que quando existe boa vontade e determinação é possível ter um resultado positivo.

DESAFIO CUMPRIDO Os esforços do Rotary e a ajuda de benfeitores já beneficiaram a sociedade três-lagoense em outras ocasiões, como a construção da sede da Rede Feminina de Combate ao Câncer, entregue no ano passado.

Agora outro desafio está cumprindo. Com a conclusão da ala de internação, o Rotary Clube Três Lagoas presenteia a população da cidade e região com a conclusão da obra que atenderá o Setor de Oncologia do Hospital Auxiliadora. Para que isso ocorresse foi montada uma comissão e ficou à responsabilidade de Hélio Morales a presidência, que através de parcerias criou uma rede de solidariedade que conseguiu captar recursos na ordem de R$ 1 milhão. Desse montante, R$ 100 mil, foram doados pela Câmara Municipal, enquanto R$ 60 mil provenientes do Motoshow. O saldo restante foi arrecadado por meio de doações de empresários de Três Lagoas e demais instituições.

Para falar sobre o empreendimento, Morales recebeu a reportagem do Perfil News e mostrou os detalhes finais da obra iniciada há nove meses. A construção contou com o trabalho de 15 colaboradores. O que chama a atenção é a dimensão da construção levando em conta o valor gasto. Se fosse comparado ou administrado como uma obra pública a verba ultrapassaria a casa de R$ 2 milhões.

ALA INTERNAÇÃO No total foram construídos dez apartamentos, de um, dois ou três leitos, sala de recuperação, recepção. Juntamente com a estrutura para os profissionais, com posto de enfermagem, sala de médicos, área de serviço e etc. Tudo isso foi edificado em um espaço de 800 metros quadrados. Aproximadamente 95% da utilização dos apartamentos serão para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), em quartos que atendem todas as exigências da Vigilância Sanitária, e oferecem o máximo de conforto e comodidade. A ala foi edificada para se tornar referência do Setor de oncologia no Mato Grosso do Sul. As instalações são semelhantes, e em alguns casos bem melhores do que muitos hospitais particulares, basta dar uma volta pelo local para confirmar essa realidade. “Tudo que tem de bom em uma Ala de internação de grandes centros e hospitais modelo, terá aqui”, destaca Hélio.

MOTIVAÇÃO Morales explica qual a motivação para realizar esse trabalho filantrópico: “Tenho uma briga pessoal contra essa doença: o câncer levou minha mãe e outros familiares. Então decidi ajudar as pessoas que sofrem também com este problema”. Pelo menos quatro vezes por dia Hélio visitava a obra para acompanhar o andamento da construção. “Dediquei-me a essa construção, não é porque não estou ganhando ou tendo lucros que me dedicarei menos que um trabalho particular”. “Não tem descrição esse sentimento, é uma imensa satisfação pessoal. As pessoas chegam aqui e perguntam como você fez tudo isso, eu respondo – não sei, mas fizemos, porque tudo isso é fruto de cada um que colaborou de alguma forma.” — Hélio Morales - Construtor. O compromisso do Rotary era entregar concluídas as instalações da Ala, porém o construtor afirma que o trabalho agora vai um pouco além. “Nossa missão era entregar o prédio pronto e ele está. Entretanto, agora vem à parte de equipar os quartos, mas o hospital passa por um momento delicado financeiramente, não posso parar aqui. Vou ajudar na aquisição desses equipamentos”, disse. “Felizmente contamos com a colaboração de várias pessoas que ajudaram a erguer esse sonho. Ao contrário, do que muitos pensam tem muita gente querendo ajudar, mas faltam fontes seguras, que as pessoas possam confiar para contribuir”, ressaltou.

DOAÇÕES CONTINUAM O valor estimado para as aquisições dos equipamentos que serão utilizados nos dez quartos construídos é de cerca de R$ 600 mil. O Rotary já está contatando pessoas para levantar essa verba e finalizar o setor de internação da oncologia. Quem quiser ajudar com doações para a compra dos aparelhamentos dos leitos, pode procurar o Rotary Clube Três Lagoas, ou o próprio Hospital Auxiliadora. Para a irmã Dolphina de Jesus Silva, de 83 anos, e 60 deles dedicados ao compromisso com Deus, não há palavras para agradecer. “É uma obra abençoada, esses pacientes merecem esse conforto na hora do tratamento dessa doença tão cruel. O nosso muito obrigado a todos que ajudaram”, ressaltou a irmã.

TRABALHO FILANTRÓPICO Hélio comenta quando vai dar por encerrado seu trabalho à frente da construção da Ala. “Só vou dizer missão cumprida quando ver os primeiros pacientes serem internados”. O construtor disse como é a sensação ao ver o trabalho de vários meses virando realidade. “Não tem descrição esse sentimento, é uma imensa satisfação pessoal”. “As pessoas chegam aqui e perguntam como você fez tudo isso, eu respondo – não sei, mas fizemos, porque tudo isso é fruto de cada um que colaborou de alguma forma.” Ele afirma ainda que ainda tem mais uma missão, a ser realizada, será a construção da Rede Feminina Infantil de Combate ao Câncer de Três Lagoas. A fachada da entrada do Instituto do Câncer de Três Lagoas que também foi construída com apoio da sociedade.

 

 Dentista de formação, mas adotou a carreira de construtor, o empresário Hélio Morales Leal conseguiu fazer milagre construindo 800 metros quadrados de obras ao custo de R$ 1 milhão

 

A fachada da entrada do Instituto do Câncer de Três Lagoas que também foi construída com apoio da sociedade e inaugurada na terça-feira passada

 Até um jardim ornamentada com orquídeas e banquinhos ajudam a dar um clima mais harmonioso ao local

Um dos quartos na ala Laura Vicunha, que atende convênio e particular serviu de modelo para a construção dos apartamentos

Junto com Hélio Morales, a irmã Dolphina de Jesus Silva, de 83 anos, e 60 deles dedicados ao compromisso com Deus, como ela se auto define sua atuação no hospital

Além do Motoshow, evento como o Espeto Solidário, promovido pelo Rotary ocorrido em Fevereiro desta ano conseguiu arrecadar recursos para a construção. Na ocasião as irmãs do hospital foram ao Arena Mix prestigiar o evento e foram recebidos por Hélio Morales e Antonio Carlos

Empresário e odontólogo, porém a atual profissão que tem como “Hobby” é supervisionar obras, assim é a rotina de Hélio Morales que acompanha mais uma obra edificada no hospital

Outro jardim construído no centro da ala de apartamentos deixa o local com um aspecto mais agradável

 

Fonte: Perfil News - 23/06/2016 Fotos: Ricardo Ojeda

Enviado por Luiz Carlos em Sex, 01/07/2016 - 18:47 , em

O Rotary Family Health Days é o maior programa do grupo Rotarianos pela Saúde da Família e Prevenção da Aids (RFHA), que realiza uma campanha anual em quatro países africanos para tratar milhares de pessoas sem acesso à cuidados médicos. Desde seu lançamento em 2011, o programa já beneficiou mais de 1,1 milhão de pessoas na África do Sul, Nigéria, Uganda e em Gana.

Em fevereiro a RFHA, junto com rotarianos do Distrito 3040, expandiram o programa para a Índia para 25 locais do estado de Madhya Pradesh, atendendo a mais de 70.000 pessoas em três dias.

Leia a nossa entrevista com Alicia Michael, a próxima encarregada do programa.

Fonte: Rotary Serviços - Junho 2016

Enviado por Luiz Carlos em Sex, 01/07/2016 - 14:45 , em
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