FESTA DE NATAL - COMUNIDADE TUBIACANGA
Foi emocionante a Festa de Natal de Tubiacanga.
Foram atendidas quase 600 crianças, todas presenteadas. Inicialmente, estavam cadastradas 483 crianças entre zero e doze anos de idade. No dia da Festa, apareceram quase 100 crianças sem inscrição. Não houve problema. Graças à doação de presentes por parte da amiga Alda, esposa do João Lucas, do Rotary Ipanema, da amiga Helena, esposa do Desembargador Paulo de Tarso e de outros grandes amigos que doaram brinquedos in natura, nenhuma criança ficou de fora. O incansável companheiro Sérgio Fabri conseguiu doações do Hipermercado Extra para a confecção dos cachorros-quentes; o ex-companheiro Boa, forneceu 800 balões para a ornamentação do local; a Frutália Ilha doou todas as frutas, além da doação de dinheiro por parte de amigos. Agradecimentos especiais ao Odilon que cedeu o espaço, tanto para a realização do bazar, que foi o esteio principal da verba para os brinquedos, quanto para a realização da festa. Ele também conseguiu o barco que transportou Papai Noel.
Agradecimentos de coração à comunidade de Tubiacanga que trabalhou com afinco para que a festa fosse linda: Sonia, Gê, Marilza, Grupo Pau Molão, Cooperativa das Kombis, Samuel e sua equipe, Neize e clientes do bazar; reconhecimento à Velha Guarda da União da Ilha que doou o lindo bolo; ao Douglas e Jô que doaram salgadinhos; à Nádia da Panificadora Faizão Dourado que doou mil pães; ao Papai Noel que representou a comunidade e foi desempenhado pelo filho da Gê; à Escola Portfólio que trouxe seu grupo de crianças tocando flauta doce e cantando; à Sonia que ensaiou as meninas para as dançase para o auto de Natal e tantos outros que encheram de alegria o evento, com a esperança de um mundo melhor.
Eram quase mil pessoas, muita festa e brincadeiras. O animador, Márcio, surpreendeu com o entrosamento com as crianças. Todas ficaram encantadas com ele. E na hora da chegada do Papai Noel? Ele veio de barco, enfeitado, sentado numa cadeira e acenando para todos. Foi um frenesi! As crianças deliravam e gritavam. Vimos muitos adultos emocionados às lágrimas. A alegria daquelas crianças irá povoar os sonhos de todos nós durante muito tempo.
Vejam o video clipe da Festa, abaixo, e vejam a reportagem do jornal Ilha Notícias sobre o evento, clicando aqui.
Para qualquer tipo de relacionamento (amoroso, familiar, corporativo etc.), para ter sucesso, é preciso que haja compreensão e respeito das duas partes. No trabalho, por exemplo, muitas vezes, ficamos calados ou deixamos para lá porque entrar em uma discussão acarreta o risco de perder o emprego que é tão importante. Ainda no ambiente corporativo, nos moldamos e esforçamos para incorporar mudanças, nos adaptar a novos colegas e flexibilizar nossas opiniões diante de novas ideias.
Entretanto, na família e no casamento, nos esquecemos de fazer o mesmo. Muitas pessoas fazem de tudo para manter o emprego e às vezes não prestam atenção em como estão as relações dentro de casa.
É preciso ter em mente que, assim como é importante prestar atenção e se adaptar às mudanças no trabalho para não ficar desempregado, é igualmente importante se adaptar às nossas mudanças pessoais e às pessoas de nosso convívio para não perder o casamento, a família e os amigos.
Atitudes como flexibilidade, compreensão, respeito às diferenças e a capacidade de compreender e aceitar mudanças devem estar presentes em todas as nossas relações pessoais. No início de um relacionamento amoroso, primeiramente ocorre a descoberta das semelhanças entre gostos, amizades, história de vida e valores entre o casal. Na sequência, percebe-se que, além das semelhanças, existem também as diferenças, e a convivência com elas exige uma adaptação das duas partes.
O tempo que essa adaptação demora a acontecer depende de cada um, pois, para que isso ocorra talvez ambas as partes precisem abrir mão de certas coisas em pró do outro. Essa é a construção de um relacionamento.
Pensamos que, passadas essas etapas iniciais de adaptação, tudo está acertado e é só manter o relacionamento como está. No entanto, não percebemos que no decorrer da vida as pessoas mudam e o que era verdade absoluta há 10 anos, hoje pode ser visto como bobagem.
Ou seja, assim como uma empresa, a política do casal e a filosofia de cada membro passam por mudanças e alterações com o decorrer do tempo. Nesse momento é preciso iniciar a reconstrução de um novo relacionamento.
Hábitos e rotinas sofrem alterações. Chegam e saem filhos, muda-se de casa, bairro, cidade ou até país, muda-se de emprego, de nível social etc., e essas mudanças afetam diretamente as pessoas envolvidas.
Frente a essas mudanças surge a necessidade do casal se adaptar novamente um ao outro, alinhar os pensamentos, fazer acordos, respeitar as diferenças e se flexibilizar para que continue havendo um bom entrosamento e o relacionamento não seja negativamente afetado.
Muitas vezes o casal não percebe a mudança em si e no outro e continua se relacionando da forma "antiga". Nesse ponto, conflitos podem surgir e, para que eles sejam solucionados, é necessário que haja um novo entendimento entre as novas semelhanças e diferenças.
Esse rearranjo deve ser constante em qualquer relacionamento, uma vez que as pessoas estão em constante modificação e transformação. No ambiente familiar, por exemplo, quando o filho casa, passa a ter um novo relacionamento com os pais e é preciso que todos construam uma nova relação.
Quando esse filho tiver filhos terá que construir uma nova relação com sua esposa e criar uma relação com o novo filho e assim por diante.
Portanto, para que qualquer tipo relacionamento não se desgaste e seja duradouro, tenha qualidade e não gere sofrimento e conflito para os envolvidos. Ele deve ser construído e reconstruído constantemente.
Fonte: Boletim Semanal N° 11 do Rotary Club de Lavras
Seus amigos e colegas de trabalho sabem que você é rotariano? Você fala sobre os trabalhos do seu clube? Você sabia que ao falarmos sobre nosso envolvimento com o Rotary estamos projetando a imagem e ampliando a conscientização pública sobre a organização? É dever de todo rotariano falar sobre o que o Rotary é, e faz.
Conforme apontou uma pesquisa sobre imagem pública feita em 2010, as pessoas sabem mais sobre o Rotary e o veem como uma organização "de bem" quando conhecem um rotariano. Isto é apenas um dos aspectos que podem moldar como clubes e distritos promovem Rotary.
A pesquisa foi feita com 1.000 pessoas em cada um dos países (Argentina, Austrália, Alemanha, Japão, África do Sul e EUA), visando entender qual era o conhecimento e a opinião pública sobre a organização. Os resultados são consistentes com os da pesquisa de 2006, indicando que os respondentes já tinham ouvido falar de Rotary, mas não sabiam exatamente o que o Rotary faz.
Pauline Leung, coordenadora de imagem pública do Rotary diz que acontece muito dos rotarianos fazerem muita coisa ao mesmo tempo, e sem querer acabam confundindo o público. "Deve haver uniformidade nas atividades de promoção do Rotary, e os rotarianos devem ser treinados para expressar claramente nossa posição no mundo, visão, valores e áreas de enfoque."
Conscientização alta, familiaridade baixa
O levantamento mostrou que a conscientização sobre o Rotary varia entre países e culturas. Dos seis países, a Austrália teve a proporção mais alta de respondentes (95%) que disseram conhecer o Rotary, e a Alemanha, a mais baixa (34%).
Mas saber da existência do Rotary não significa que a pessoa saiba o que o Rotary faz. Dentre os australianos que disseram conhecer o Rotary, somente 35% disseram estar familiarizados com a organização. Na África do Sul, 80% dos respondentes indicaram saber que o Rotary existe, mas somente 23% disseram saber um pouco do que a organização faz.
O relatório da pesquisa concluiu que os trabalhos de promoção de imagem pública devem ser específicos a cada país, e que o aumento da conscientização não é suficiente para que o público associe o Rotary com seus bons trabalhos, ou para gerar envolvimento comunitário.
Aspectos demográficos são determinantes. Considerando idade, sexo e níveis educacional e de renda, 67% dos respondentes japoneses de 40 anos ou mais ouviram falar do Rotary, enquanto apenas 38% com menos de 40. Na Argentina, 63% das pessoas de alto poder aquisitivo tinham ouvido falar do Rotary, comparado a somente 20% daqueles de renda mais baixa. Os clubes têm que identificar as maneiras de atrair o interesse de jovens profissionais.
Percepção pública e doação
A opinião pública dos rotarianos difere um pouco do que os rotarianos acham de si mesmos. Mais de 65% dos respondentes veem os rotarianos como caridosos, pessoas de respeito que se importam com o próximo, mas só 26% associam mulheres com o Rotary, que é metade dos 50% que associam a organização a homens, revelando que a maior parte acha que somos uma organização mais dominada por homens. Há de ser feito um trabalho melhor para divulgar que mulheres são mais do que bem vindas ao Rotary.
O interesse em contribuir tempo e dinheiro a um Rotary Club varia conforme o país. Este interesse é maior na África do Sul (49%) e baixo no Japão (10%). A idade também faz diferença. Os rotarianos precisam adaptar seu marketing para divulgar as iniciativas do clube em si.
O interesse público em se associar a um Rotary Club é baixo. Somente 16% dos respondentes disseram que provavelmente se associariam, e mais de 59% disseram o contrário. Nos Estados Unidos, as mulheres são menos interessadas em se associar.
Semelhanças
Há semelhanças entre grupos de enfoque feitos em 2008 e 2010. Os 40 grupos incluíram não rotarianos em cidades onde o Rotary está tendo declínio em seu quadro associativo. Leia mais sobre os resultados da edição de outubro/novembro de 2010 do Curtas do Quadro Associativo, ou leia o relatório completo.
“Como cada clube é independente quanto aos serviços que querem prestar, o público fica sem saber exatamente o que fazemos”, diz Pauline. “Os resultados das pesquisas reforçam a importância de se ter uma mensagem uniforme.”
O 1,2 milhão de rotarianos são o maior patrimônio da organização. Eis alguns recursos para clubes e distritos promoverem o Rotary:
O Rotary Clube de Guimarães fez entrega de 15 desfibrilhadores automáticos externos a instituições públicas de Guimarães. Receberam os equipamentos a Tempo Livre, para o complexo de piscinas de Guimarães, A Oficina, para o Centro Cultural Vila Flor, a Câmara Municipal, para a Biblioteca Raul Brandão e seis pavilhões gimnodesportivos. Este programa foi o primeiro a receber certificação pelo INEM e é financiado pela Fundação Rotária Portuguesa e apoiada pela Liga dos Amigos do Serviço de Cardiologia do Hospital de Guimarães.
Veja o vídeo a seguir.
Fonte: Guimarães Digital.