Rotary RJ Ilha do Governador

O Rotary Faz a Diferença

Eventos

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Transcrevemos a seguir matéria publicada no site Planet News, contendo entrevista com a Governadora do Distrito 4480, Maria Cristina Noceti Lopes, quando de sua Visita aos clubes rotários da cidade de Olímpia - SP, Rotary Olímpia, Rotary Integração, Rotaract e Interact. Segue imagem da reunião e a íntegra da entrevista.

 

Planeta News: Como que é o Rotary em nível mundial, em nível de Brasil, qual a grande preocupação de vocês?

Maria Cristina Noceti Lopes: O Rotary Internacional é uma entidade secular, já estamos com 112 anos, nós já somos 525 distritos no mundo, aqui no Brasil nós somos 38 distritos, e somos uma família de mais de 1,2 milhão de pessoas no planeta inteiro. O Rotary não é assistencialismo, ele faz grandes projetos, tem grandes projetos e grandes programas. Dentro dos programas do Rotary Internacional, tem o Rotary, o Rotaract, que são jovens de 18 a 30 anos, o Interact, que é para idades entre 11 a 18 anos. Nós temos aqui no Distrito 4480, 1.769 companheiros. E temos um braço muito forte, que é a Fundação Rotária, o nosso banco. Somos a única ONG no mundo que possui um banco para financiar os projetos. O trabalho do Rotary no mundo é fazer grandes projetos, equipar grandes hospitais, clínicas, e por meio da Casa da Amizade, ajudar na parte mais assistencialista da comunidade. Mas, o Rotary se preocupa com grandes projetos, nós chamamos de projetos globais, são projetos que fazemos em parceria com o poder público, os hospitais… Por exemplo, para o Hospital de Câncer de Barretos, Unidade Jales, doamos arcos cirúrgicos, bisturi eletrônico, e ao mesmo tempo estamos fazendo projeto com Taiwan, na China, com o Japão, da mesma forma que eles fazem projetos conosco, porque projeto global tem que ter a participação do parceiro internacional.

PN: Vocês têm uma preocupação muito grande com a questão do fornecimento de água limpa, a questão do saneamento, a questão da saúde…

Maria Cristina: São seis ênfases, todos os projetos têm que cair nessas seis ênfases: é a saúde materna infantil, prevenção de doenças, recursos hídricos, educação, meio ambiente e desenvolvimento da comunidade. Nós pensamos, em primeiro lugar, desenvolver o potencial das comunidades, e não podemos fazer o programa que a gente quer, temos que fazer o diagnóstico na comunidade e levantar o que esta comunidade precisa, e aí sim é que o Rotary sai atrás para fazer os projetos. O Rotary é dotado de profissionais que detectam problemas na comunidade e resolvem esses problemas. PN: Vai muito além daquela ideia que o cidadão tem: “Mas o Rotary só faz reunião, eles só vão a jantares”… Na verdade é um trabalho muito grande. Maria Cristina: Nós temos um apoio muito grande do nosso companheirismo, que é muito forte. O Rotary sem projetos e sem companheirismo não anda. Agora, aquele projetinho que vem aqui para a gente, por exemplo, nós estamos precisando de 33 pacotes de fralda. Não é bom a gente comprar os 33 pacotes, e sim comprar uma máquina, para eles (os necessitados) fazerem. E o projeto tem que ser sustentável. Nós não podemos assistir um projeto a vida inteira, então, o que o RI e a Fundação Rotária nos pedem, são projetos sustentáveis. Você vai fazer um gabinete dentário com o poder público, o poder público está ali para nos ajudar, contribuir com o local físico e o profissional. O Rotary não pode pagar nem construções e nem mão de obra. Então, a gente equipa os locais junto com a prefeitura, junto com outros órgãos e até outras empresas, como a Unimed. Com ela temos um projeto em São José do Rio Preto, de leite humano. O Rotary equipou todo o banco de leite, e a prefeitura deu o local e a Unimed a mão de obra, então foi a parceria perfeita. Eles deram uma perua toda equipada para ir à casa das mães recolher o leite materno, e doar também para algumas mães que não têm.

PN: Na área da Educação vocês também têm uma proposta bem grande…

Maria Cristina: Bem grande, nós temos na área da Educação, os “segundos tempos” que a gente fala, da escola. Várias cidades aqui da região –nós somos em 42 cidades, 69 Rotarys-, e várias cidades fazem esse trabalho também em parceria com a prefeitura. Então, nós temos um determinado local que se usa para fazer o “segundo tempo”, mas a sala de Informática foi o Rotary que construiu, as quadras poliesportivas, as piscinas. Por exemplo, a APAE tem uma piscina com elevador, mas a APAE é uma instituição que depende do poder público, e também do Rotary. PN: Para ser mais especifico, na área da saúde vocês têm trabalho focado agora na erradicação da Pólio? Maria Cristina: Nós estamos correndo muito atrás da erradicação da Poliomielite. Não é uma brincadeira, é uma bandeira do Rotary, desde 1980 que nós conseguimos tirar essa Poliomielite do nosso convívio, mas vemos que todo cuidado é pouco, porque em Viracopos foi achado um vírus da Poliomielite. Eles fizeram uma coleta no esgoto por amostragem, em 2014, e acharam o vírus. Nós não temos mais o “Zé Gotinha”, acabaram-se as campanhas de alerta e as vacinações, agora é uma campanha geral, que a prefeitura, o Governo Federal e o Estado fazem. Mas nós temos que alertar as mães da importância da vacinação, porque algumas nem sabem o que é a Paralisia Infantil, por terem nascido em uma época que não tinha mais (a doença). Mas temos que alertar e correr atrás, pedir para a prefeitura deixar o Rotary ajudar, porque a “perna” que o Rotary tem, a prefeitura não tem. Se você põe 10, 20 rotarianos na praça divulgando a importância da vacinação, a prefeitura vai adorar, porque ela não tem dinheiro para pagar os funcionários dela, e o Rotary faz isso com a maior das boas vontades. Esse é o nosso maior foco.

PN: Isso não implica só no trabalho, implica também em investimento de grandes somas para poder manter esse tipo de trabalho? Maria Cristina: Aqui no Brasil, o governo já está bancando a vacina da Pólio, mas nós estamos no mundo inteiro bancando a vacina da Pólio. E temos três países no mundo que ainda têm, que são Argélia, Nigéria e Paquistão. E há dois meses, surgiu um surto de Paralisia Infantil na Síria, então você vê que a coisa está muito perto até de voltar, se não ficarmos alertas e não fizermos essas vacinas, é muito perigoso essa Paralisia voltar. PN: Qual a principal mensagem do Rotary?

Maria Cristina: O Rotary tem grandes mensagens, principalmente na área das novas gerações. Nós estamos capacitando, através do Intercâmbio Internacional da Amizade, o jovem para ser “Embaixador da Paz no Mundo”. Ele sai daqui, vai para outro país, fica um ano mostrando o que nós temos aqui, faz uma divulgação, é um grande programa que o Rotary Internacional tem, é esse investimento que a gente faz também. Um jovem-destaque é bancado pelo Rotary, para apresentar para esse país oque ele faz no Brasil, e isso é uma grande mensagem que estamos conseguindo através dos nossos jovens, das novas gerações, por meio do Interact e do Rotaract. Divulgam o que fazemos no mundo, não só em nível de cidade, em nível de estado, mas em nível mundial. Paz e prevenção de conflito. E, para nós, a paz começa com uma mãe olhando o seu filho jantando, tendo com ele um lugar para dormir.

Enviado por Rotary RJ Ilha ... em Sáb, 21/10/2017 - 10:01 , em

No último domingo, 01/10/2017, o Rotary Ilha do Governador realizou dois eventos de destaque em seu calendário rotário: plantio de mudas e Fórum sobre Desenvolvimento do Quadro Associativo - DQA.

Ambos eventos aconteceram nas dependências da ACM-Ilha do Governador, tradicional parceira do Rotary RJ Ilha do Governador.

O primeiro evento foi o plantio de mudas na área de floresta da ACM-Ilha, com mudas selecionadas pelo Companheiro Paulo de Souza Pires por meio de parceria estabelecida com a empresa Biovert e dentro do Programa de Rotary “Plante uma Árvore”. No total foram plantadas 4 (quatro) mudas no dia do Fórum e mais 16 (dezesseis) mudas no dia seguinte, por alunos da Centro Escolar da ACM-Ilha do Governador.

As mudas selecionadas constam de um catálogo apresentando as principais características de cada uma, distribuído por ocasião do evento, podendo o mesmo ser acessado pelo link Plante Árvore.

Imagens do plantio de mudas, com as participações do Governador do D4570, Henrique Ferreira, do Presidente do Rotary RJ Ilha do Governador, Walter, do Presidente da ACM-Ilha do Governador, Artur Peixoto e do Companheiro Paulo Pires, do Rotary RJ Ilha do Governador são apresentadas a seguir.

  

Após o plantio das mudas aconteceu o Fórum sobre DQA, sob a direção do Presidente do Rotary RJ Ilha do Governador, Walter, tendo como Expositor o Companheiro Governador Assistente Luiz Carlos Fávaro, do Rotary Clube Nova Iguaçu, como Moderador o Companheiro Luiz Carlos Dias, do Rotary RJ Ilha do Governador e compondo a mesa o Governador do D4570 Henrique Ferreira e o Companheiro Marcos Alves, Coordenador da Comissão de DQA do Rotary RJ Ilha do Governador.

A apresentação do Expositor Companheiro Fávaro foi bastante proveitosa e ilustrativa despertando a atenção e interesse dos Companheiros e Convidados presentes. Após a apresentação seguiram-se os debates sobre o tema, com significativa intervenção dos presentes.

A seguir, imagens do Fórum.


Enviado por Luiz Carlos em Qui, 05/10/2017 - 11:35 , em

Mais uma vitória do ROTARY RIO DE JANEIRO ILHA DO GOVERNADOR em favor da comunidade insulana!

O Projeto PEMIG - Projeto de Educação Musical da Ilha do Governador, foi instalado em 03 de agosto de 2013, na gestão do Companheiro Sylvio Augusto Regalla, uma iniciativa bem sucedida do Companheiro Armando de Almeida Faria, que conta com a colaboração de Companheiros do Clube e atualmente, atende cerca de 40 (quarenta) crianças com idades que variam de 5 a 17 anos, que têm a oportunidade de aprender teoria e um instrumento musical, sempre sob a condução e supervisão do maestro Eduardo Bacelar.

O Projeto se desenvolve na Escola Portfólio Educacional, no bairro do Moneró,Ilha do Governador, aceitando crianças com dislexia, autismo, Síndrome de ASPERG, TDA e transtorno de ansiedade, que em convívio com as demais crianças e usando a música como elemento de transformação permite uma integração saudável e harmoniosa do grupo.

O objetivo do Projeto PEMIG para o período 2017-2018 é o início das atividades de uma Banda Marcial, com instrumentos cedidos pela Banda da Aeronáutica, por intervenção do Companheiro Carlos Felipe, Oficial da Aeronáutica.

Em prosseguimento às atividades do Projeto, o coral sob a regência do maestro Eduardo apresentou-se no último dia 3 de Outubro na Casa Gerontológica da Aeronáutica, para deleite de seus internos.

A seguir são apresentadas imagens do evento que contou com a prestigiosa participação de Companheiros do Rotary RJ Ilha do Governador.

 

  

Enviado por Luiz Carlos em Dom, 01/10/2017 - 12:27 , em

Por Margie Kersey, Rotary Club de Stone Mountain, Georgia, EUA - 01/08/2017

 

 Ex-Presidente Chris Brand trabalha no computador, via webcast, durante uma recente reunião

Eu amo meu clube, mas eu estava preocupado. Quando entrei, em 2006, havia mais de 60 membros. Em julho de 2016, havia apenas 43. Fomos acrescentando novos membros a cada ano, mas estávamos perdendo mais. Olhando para a média de idade do meu clube, eu me sentia ainda mais preocupado - mais de 30 por cento do clube estava acima da idade de 70 anos. O futuro não parecia brilhante.

Meu objetivo como presidente do clube em 2016-17 era fazer meu clube mais forte. O quadro associativo estava no topo da minha agenda. O conselho e eu identificamos duas questões importantes: 1. Nós cobrávamos a segunda maior mensalidade no nosso distrito e 2. Muitos membros não poderiam participar de uma reunião semanal.

Abordamos primeiro as despesas. Mudamos a nossa reunião para um salão da igreja e contratamos um fornecedor que cobra muito menos do que o clube de campo onde nos reuníamos. Nós apresentamos o plano para os nossos membros, que entusiasticamente apoiaram a redução de nossas despesas de US $ 800 por pessoa, para US $ 380 por ano. Nossas despesas não incluem alimentos ou qualquer outra coisa, as refeições e as doações da Fundação estavam no topo desta carga!

As despesas haviam saído do controle, porque os associados não queriam realizar captação de fundos,  eles votaram por assumir todo o necessário. Isto nos custou a perda de alguns membros - tanto membros seniores que se aposentaram, como potenciais novos membros que poderão aderir a clubes “mais baratos” distantes cerca de 20 milhas de nosso clube. Nós agora pagamos nossas despesas anuais em pleno 1 de Julho, e a nossa conta trimestral inclui as refeições e outras cargas financeiras. Essa era a parte fácil.

Tornando-se híbrido

Para resolver o segundo problema, nos tornamos um clube híbrido. Graças ao Conselho de Legislação que proporcionou mais flexibilidade e removeu algumas das distinções entre os clubes que se reúnem presencialmente e E-clubes que se encontram online, ficamos com ambos. Nós nos reunimos com uma reunião on line a cada semana. Os membros podem fazer login para ver e ouvir a reunião, bem como interagir com outros membros em viva voz.

Compramos o equipamento necessário por US $ 400. Ele é pequeno e fácil de instalar. A câmera cabe na palma da mão e o microfone fica na parte superior do projetor de slides junto com o laptop. A maioria das pessoas nem percebe o equipamento.

Agora, todos os nossos membros são capazes de participar de uma reunião da maneira que desejarem. Isso resultou em melhor atendimento a nossos membros existentes e tem gerado muita emoção com potenciais novos membros. Nós adicionamos seis membros até agora, e esperamos que o número de associados do clube continue a crescer.

Enviado por Rotary RJ Ilha ... em Qui, 10/08/2017 - 14:56 , em

Barry Rassin, do Rotary Club de East Nassau, Bahamas, foi selecionado pela Comissão de Indicação para presidir o Rotary International em 2018-19. Ele será declarado presidente-eleito em 1º de setembro se não houver nenhum candidato opositor.

Como presidente, Rassin visa fortalecer a imagem pública do Rotary e usar ferramentas digitais para maximizar o impacto da organização.

“Aqueles que sabem o que um bom Rotary Club faz vão querer fazer parte dele, e nós precisamos encontrar novos modelos de associação que permitam que tais pessoas participem da nossa missão”, diz ele. “Com uma imagem pública mais forte, poderemos atrair mais pessoas para participar e apoiar uma organização que faz tanto bem no mundo como a nossa.”

Rassin fez MBA em saúde e administração hospitalar na Universidade da Flórida e é o primeiro membro do Colégio Americano de Executivos de Assistência Médica nas Bahamas. Recentemente, ele se aposentou depois de 37 anos como presidente do Doctors Hospital Health System, onde continua servindo como consultor. Ele é membro vitalício da Associação Americana de Hospitais e serviu em vários conselhos diretores, incluindo do Quality Council of the Bahamas, Health Education Council, e Employer’s Confederation.

Rotariano desde 1980, Rassin serviu ao Rotary como diretor, líder de treinamento e assessor do presidente de 2015-16, K.R. Ravindran. Atualmente ele é o vice-chair do Conselho de Curadores da Fundação Rotária.

Rassin recebeu o Prêmio Dar de Si Antes de Pensar em Si, a maior homenagem concedida pelo Rotary, além de outros reconhecimentos humanitários por sua liderança a esforços de assistência no Haiti após o terremoto de 2010. Ele e sua esposa, Esther, são doadores extraordinários e Benfeitores da Fundação Rotária.

A indicação de Rassin aconteceu após o falecimento de Sam Owori em julho, apenas duas semanas depois de ter iniciado seu mandato como presidente eleito do Rotary International.


Integrantes da Comissão de Indicação de 2017-18: Anne Matthews (presidente), Rotary Club de Columbia East, EUA; Ann-Britt Åsebol, Rotary Club de Falun-Kopparvågen, Suécia; Örsçelik Balkan, Rotary Club de Istanbul-Karaköy, Turquia; James Black, Rotary Club de Dunoon, Escócia; John Blount, Rotary Club de Sebastopol, EUA; Frank Goldberg, Rotary Club de Omaha-Suburban, EUA; Antonio Hallage, Rotary Club de Curitiba-Leste, Brasil; Jackson Hsieh, Rotary Club de Taipei Sunrise, Taiwan; Holger Knaack, Rotary Club de Herzogtum Lauenburg-Mölln, Alemanha; Masahiro Kuroda, Rotary Club de Hachinohe South, Japão; Larry Lunsford, Rotary Club de Kansas City-Plaza, EUA; P.T. Prabhakar, Rotary Club de Madras Central, Índia; M.K. Panduranga Setty, Rotary Club de Bangalore, Índia; Andy Smallwood, Rotary Club de Gulfway-Hobby Airport, Texas, EUA; Norbert Turco, Rotary Club de Ajaccio, França; Yoshimasa Watanabe, Rotary Club de Kojima, Japão; Sangkoo Yun, Rotary Club de Sae Hanyang, Seul, Coreia do Sul.

Fonte:https://www.rotary.org/pt/2018-19-rotary-president-selected

Enviado por Luiz Carlos em Qui, 10/08/2017 - 13:22 , em

Mark Daniel Maloney, do Rotary Club de Decatur, nos Estados Unidos, foi o candidato escolhido pela Comissão de Indicação para presidir o Rotary International em 2019-20. Ele será oficialmente empossado como presidente indicado em 1° de outubro, desde que não haja nenhum candidato opositor.

“O Rotary vive e acontece nos clubes”, disse o advogado Maloney. Como presidente, ele pretende apoiar os clubes para fortalecê-los localmente, preservar a cultura rotária de voluntários dedicados à prestação de serviços e explorar novas abordagens regionais para o crescimento da organização.

“Com a erradicação da pólio, nós receberemos amplo reconhecimento e, com isso, virão muitas oportunidades. É certo que teremos ainda mais potencial de nos tornarmos uma força para o bem global.”

Maloney é sócio no escritório de advocacia Blackburn, Maloney e Schuppert LLC, especialista nas áreas tributária, testamentária e agrícola. Ele é representante de uma grande empresa agrícola, com operações no sudeste e centro-oeste dos Estados Unidos, e presidiu o comitê de agricultura da Ordem dos Advogados dos EUA para assuntos tributários. Maloney é membro da Ordem dos Advogados do Estado do Alabama e também dos EUA, e pertence ao Instituto Jurídico do Alabama.

Ele participa de atividades religiosas em Decatur, tendo presidido o conselho financeiro da sua igreja e integrado a diretoria da escola católica da cidade. Além disso, foi presidente da Fundação Comunitária da Grande Decatur, líder de um programa itinerante de distribuição de alimentos, diretor do United Way do Condado de Morgan e também da Câmara de Comércio de Decatur-Morgan.

Rotariano desde 1980, serviu ao Rotary como diretor, curador, vice-chair da Fundação Rotária, assessor de presidente do Rotary, coordenador zonal e líder das Comissões Visão de Futuro e da Convenção de Sidney. Atualmente, integra a Comissão de Revisão das Operações e a Comissão dos Centros Rotary pela Paz. Ele ganhou a Menção da Fundação Rotária por Serviços Meritórios e o Prêmio por Serviços Eminentes. Ele e sua esposa Gay são Companheiros Paul Harris, Doadores Extraordinários e membros da Sociedade de Doadores Testamentários.

Integrantes da Comissão de Indicação de 2017-18: Ann-Britt Åsebol (presidente), Rotary Club de Falun-Kopparvågen, Suécia; Örsçelik Balkan, Rotary Club de Istanbul-Karaköy, Turquia; James Black, Rotary Club de Dunoon, Escócia; John Blount, Rotary Club de Sebastopol, EUA; Frank Goldberg, Rotary Club de Omaha-Suburban, EUA; Antonio Hallage, Rotary Club de Curitiba-Leste, Brasil; Jackson Hsieh, Rotary Club de Taipei Sunrise, Taiwan; Holger Knaack, Rotary Club de Herzogtum Lauenburg-Mölln, Alemanha; Masahiro Kuroda, Rotary Club de Hachinohe South, Japão; Larry Lunsford, Rotary Club de Kansas City-Plaza, EUA; Anne Matthews, Rotary Club de Columbia East, EUA; P.T. Prabhakar, Rotary Club de Madras Central, Índia; M.K. Panduranga Setty, Rotary Club de Bangalore, Índia; Andy Smallwood, Rotary Club de Gulfway-Hobby Airport, Texas, EUA; Norbert Turco, Rotary Club de Ajaccio, França; Yoshimasa Watanabe, Rotary Club de Kojima, Japão; Sangkoo Yun, Rotary Club de Sae Hanyang, Seul, Coreia do Sul.

Fonte:https://www.rotary.org/pt/2019-20-rotary-president-selected

Enviado por Luiz Carlos em Ter, 08/08/2017 - 10:35 , em

Com o objetivo de engajar jovens profissionais, o seu clube organiza um intercâmbio com um parceiro do exterior para dar a jovens locais a oportunidade de conhecer outra cultura, fazer amizades e participar de trabalhos voluntários durante a visita. Como você trabalha em estreito contato com o Rotaract Club patrocinado pelo seu Rotary Club, pediram a sua ajuda na seleção de rotaractianos para o intercâmbio. Para serem considerados, eles escrevem uma redação explicando por que merecem participar, como se beneficiariam do programa e o que esperam alcançar com a experiência. Por meio dessas redações, você seleciona excelentes candidatos. Ao falar sobre eles no seu clube, o presidente sugere outras pessoas para o intercâmbio, muitas das quais são membros da família dele. Outro agravante: os candidatos sugeridos pelo presidente não participam de nenhum dos nossos programas e jamais se envolveram com projetos de Rotary Mas mesmo assim, o presidente insiste que eles sejam os escolhidos. Você leva o assunto ao conhecimento dos demais membros da comissão que está planejando o intercâmbio, os quais concordam com a sugestão do presidente, acrescentando que esta seria uma boa maneira de apresentar o Rotary a essas pessoas. Você dedicou muito tempo e esforço para selecionar os rotaractianos mais merecedores para ganhar esta viagem de intercâmbio, e acha que seria injusto se eles não forem os escolhidos. O que você faria nesta situação?

Fonte: Vozes do Rotary - Publicado em julho 28, 2017

Enviado por Rotary RJ Ilha ... em Sex, 04/08/2017 - 11:24 , em

A comemoração do Dia do Amigo, em 20 de julho, é fruto da iniciativa de um engenheiro argentino, Enrique Ernesto Febbra, Rotariano do Rotary Club Once – Buenos Aires. Sobre o dia, existe uma placa alusiva na esquina de Corrientes com 9 de Julho, próximo ao Obelisco, na capital portenha. A seguir apresentamos texto de autoria do GD Waldenir Bragança sobre o Dia do Amigo.

O admirável companheiro argentino Enrique Ernesto Febbraro (RC Once, Buenos Aires, D.4890) tomou vigorosa iniciativa para a criação do Dia Internacional do Amigo – dedicando o 20 de julho, que assinala a presença do homem na Lua (20-07-1969), considerado momento extraordinário para uma reflexão sobre a amizade. Sua iniciativa foi vitoriosa. Hoje, o mundo comemora e mais ressalta a amizade. O companheiro Febbraro foi indicado para o Prêmio Nobel da Paz. Merece!

Vamos comemorar o Dia do Amigo, celebrar a amizade e ressaltar, sempre, o seu valor. Na vida, é essencial cultivar a amizade em nossas relações, porque ela é uma necessidade da alma.

Nós somos feitos de sonhos e a amizade nos faz realizá-los. O sentimento da amizade figura entre os mais poderosos e misteriosos instintos humanos.

A amizade não resulta de uma simpatia nascida de interesses comuns, ou de níveis de cultura; não é uma relação baseada em intercâmbio de ideias, pois, também, se desenvolve no silêncio. Em sua nobreza, a amizade é o sal que dá valor à convivência humana. É o sol que clareia caminhos do viver. Para que nasça e permaneça, exige a prática mútua de todas as virtudes da convivência: sinceridade, lealdade e generosidade. É um centro de interesses que estimula o desenvolvimento de muitas virtudes!

Há muitos séculos, pensadores buscam ressaltar a amizade, desde Platão com o seu “Lísias”, ou “Sobre a Amizade”.

Mas pouco se possui sobre o cultivo da amizade, sobre educar para a amizade.

É falsa a ideia de que a amizade surge de maneira espontânea em todas as pessoas. Não basta ser animado e simpático para se ter muitos amigos.

Sócrates: “Era o que havia de mais importante e necessário para ele, desde a infância”.

Aristóteles: “A amizade é uma virtude, ou ao menos vem acompanhada de virtude e, além do mais, é o que há de mais necessário para a vida. Ninguém gostaria de viver sem amigos, mesmo que possuísse todos os demais bens”. Em “Ética a Nicômaco”, ele procura demonstrar que a realidade particular, diante dos ideais em comum, da admiração e do fascínio do que se faz, é um dos “detonadores” que desencadeiam amizade entre diferentes pessoas, de categorias profissionais e gerações.

Para Cícero: “Penso que deveria perguntar o que se pode dizer sobre a amizade aos que a praticam”.

William Shakespeare, sobre amizade à distância, escreveu:

“Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.

E aprende a construir as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos.

Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.

E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.

Aprende que o tempo não é algo que possa voltar atrás.

Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.

E você aprende que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida”.

Cultivar a amizade é tarefa básica do Rotary. Podemos ter companheirismo sem amizade? Podemos viver sem amigos? É valor necessário às criaturas? É preciso educar para a amizade? Deve ser prioridade no relacionamento familiar? Na escola? No trabalho? Ou será só um nome?

A amizade aponta a eternidade como fonte de nossa satisfação. Ela tem risco porque diviniza o amigo e está sujeita a desilusões. Afinal de contas, está diante de uma criatura humana.

Só existe uma amizade suprema, para a qual se concentram todas as amizades. Existe só um amigo ideal, perfeito e completo, aquilo que buscamos nos afetos humanos: é Deus.

É uma resposta à inquietação humana, mas nunca a satisfaz plenamente.

Há muito a se pesquisar, estudar, praticar e influenciar escolas, organizações profissionais e de negócios para envolver o maior número de adeptos da nobre causa da amizade.

O mundo, para viver em paz, necessita cultivar a amizade.

“É importante lembrar que a amizade verdadeira possui regras que não podem ser violadas sem que se viole a própria amizade”, afirma Geraldo Castilho em “Educar para a Amizade”.

Não há verdadeira amizade sem educação da amizade, sem cultivo, sem atenções, sem cuidados. É preciso estimular, aperfeiçoar a vida de amizade.

Ela é virtude que pertence ao gênero das atividades práticas e, por isso, só pode ser adquirida mediante o exercício.

Vamos promover cursos sobre o “cultivo da amizade”! O Rotary é uma escola viva da amizade. O companheirismo é um meio eficaz para a cultura da amizade.

Nós temos que ser e podemos ser exemplo – porque, em verdade, nós somos exemplos. Nossa convivência se realiza na busca da prestação de serviços pelo ideal de servir. Nós praticamos a amizade – essência da vida do Rotary – nós desenvolvemos as virtudes humanas da sinceridade e da generosidade que levam à solidariedade, à compreensão e à tolerância, que – partindo da pessoa – ganham grupamentos humanos, levando a comunidade à uma nova postura.

A amizade é o fio dourado que tem ligado e alimentado o Rotary para ajudar a fazer a história da humanidade e celebrar a paz.

Enviado por Luiz Carlos em Sex, 21/07/2017 - 10:56 , em

 

Portão de entrada da Fundição Marinelli em Agnone, na Itália.

Embora viajar para o futuro ainda seja assunto de ficção científica, para encontrar um portal que nos leve de volta ao passado basta estar no lugar certo, na hora certa.

Isto foi o que senti na Fundição Marinelli, na pitoresca cidade de Agnone, na Itália, passando por sua enorme porta de madeira. Em instantes, senti que estava voltando a um tempo que já não existe. A cena que testemunhei foi a mesma que meus antepassados poderiam ter observado há mil anos.

Quatro trabalhadores compenetrados formavam um círculo dentro de um buraco e pisoteavam o chão e, com uma vara, socavam o solo levantando uma fina poeira no ar.

Era meados de março e, enquanto o ar lá fora era frio com ventos que atravessavam as montanhas cobertas de neve, o calor dentro da fundição aumentava rapidamente com o prazo para a produção do Sino do Centenário da Fundação Rotária se aproximando.

A família Marinelli tem feito sinos por cerca de mil anos, e hoje eles ainda trabalham da mesma maneira que seus ancestrais, à mão e fogo.

A palavra sino deriva do antigo deus do fogo conhecido como Baal, que significa “senhor ou mestre”. Em todas as épocas e países, o sino é um símbolo universal e um instrumento usado para se comunicar, notificar, alertar, convocar, marcar o tempo e chamar à ação. Por cerca de um século, tem sido utilizado pelos Rotary Clubs para marcar a abertura das reuniões e para simbolizar a ordem e a disciplina.

A renomada Fundição Marinelli, a única com o selo Pontifício do Vaticano, pertence a Armando e Pasquale Marinelli, irmãos que também são Rotarianos. A dedicação da família pelo Rotary os levou a criar e doar um sino decorativo de 50 kg para celebrar o Centenário da Fundação Rotária.(Na imagem ao lado, o Sino do Centenário da Fundação Rotária criado e doado ao Rotary pela Fundição Marinelli).

O opulente e brilhante sino, feito de bronze, se assemelha ao que eles produziram em 2005 para o Centenário do Rotary Internacional, atualmente exibido na sede mundial em Evanston, EUA. Este novo sino, no entanto, é adornado com uma seleção de imagens, logotipos e palavras que contam a história da Fundação Rotária em todos os seus 100 anos.

Graças a todos os Rotary Clubs e Distritos italianos, este sino simbólico foi enviado a Atlanta. E lá ocupou um lugar de destaque na sessão de abertura da Convenção Internacional do Rotary de 2017, para saudar o novo século desta Fundação que Faz o Bem no Mundo.

Fonte: Vozes do Rotary - Por Francesco Bruno, Especialista em Comunicação, Funcionário do RI - Fotos por Danilo Di Nucci

Enviado por Luiz Carlos em Dom, 16/07/2017 - 12:19 , em

Em Julho acontece também a troca de diretores do Rotary para a América do Sul e no mundo

A partir de 1 de Julho o Rotary International terá no Brasil um novo diretor. O empresário José Ubiracy Silva, associado do Rotary Club do Recife, no Distrito 4500 do Rotary International, encerra a gestão 2015-17, e será substituído pelo empresário Paulo Augusto Zanardi, associado do Rotary Club de Curitiba-Cidade Industrial, do Distrito 4730 do Rotary International, que ocupará o cargo na gestão 2017-19. O Diretor do Rotary é um rotariano que exerce mandato de dois anos no Conselho Diretor do RI, destacou o dirigente prestes a encerrar o mandado. Cada diretor é nomeado pelos clubes da zona correspondente, mas é eleito na Convenção por todos os clubes, completou o futuro dirigente brasileiro. O que significa que cada diretor representa todos os clubes na administração do Rotary, completou Paulo Augusto Zanardi.

O cargo de Diretor do Rotary International tem abrangência sobre parte sul da América do Sul que inclui a Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai. Ele passa a fazer parte do Conselho Diretor do Rotary International com outros 17 diretores, e sempre eleito para dois anos consecutivos. Um cargo de grande importância e de muita dedicação, ressaltou José Ubiracy Silva ao lembrar das dezenas de viagens necessárias para as reuniões em Evanston, nos Estados Unidos, na sede do Rotary International, além dos sete países na América do Sul, em que é requisitado. Sem contar as dezenas de viagens pelo Brasil, acrescentou o dirigente brasileiro ao completar a gestão 2015-17.

Paulo Augusto Zanardi será o 11º Diretor do Rotary International como brasileiro, e começa a gestão a partir do dia primeiro de julho. Os diretores brasileiros em atividade foram: Mário de Oliveira Antonino, associado do Rotary Club do Recife-Largo da Paz, no D4500 do RI, Gestão 1985-87; Gerson Gonçalves, associado do RC de Londrina-Norte, do D4710 do RI, Gestão 1993-95; José Alfredo Pretoni, associado do RC de São Paulo, no D4420 do RI, Gestão 1995-97; Hipólito Sérgio Ferreira, associado do RC de Contagem-Cidade Industrial, Gestão 1999-01; Alceu Antimo Vezozzo, associado do RC de Curitiba, no D4730 do RI; Luiz Coelho de Oliveira, associado do RC de Limeira, no D4590 do RI, Gestão 2003-05; Themistocles Américo Caldas Pinho, associado do RC de Niteroi, no D4750 do RI, Gestão 2007-09; Antonio Hallage, associado do RC de Curitiba-Leste, no D4730 do RI, Gestão 2009-11; José Antônio Figueiredo Antiório, associado do RC de Osasco, no D4610 do RI, Gestão 2011-13 e agora José Ubiracy Silva, associado do RC do Recife, D4500 do RI, Gestão 2015-17. Outros 12 brasileiros ocuparam o cargo, mas já faleceram, recordou o atual dirigente do Rotary no Brasil.

O Diretor do Rotary International na América do Sul é responsável por 64 distritos rotários envolvendo as zonas rotárias: 22A (12 distritos), 22B (17 distritos), 23A (13 distritos), 23B (11 distritos) e 23C (11 distritos). A cada três brasileiros eleitos, um estrangeiro de outro país sul americano é eleito para o cargo, disse José Ubiracy Silva, que substituiu Célia Giay, que é da Argentina. Este ano o Brasil indicará outro diretor, que já começa a se preparar com bastante antecedência, completou Paulo Augusto Zanardi, que foi eleito em 2016 e vem se preparando desde então, e considerado eleito este mês, na Convenção do Rotary International, em Atlanta, Estados Unidos, onde compareceraram mais de 35,000 rotarianos, esposas e convidados e onde tivemos a grande sastsisfação de participar para comermorar também o Centenário da Fundação Rotária.

Fonte: Sérgio de Castro

Enviado por Luiz Carlos em Sáb, 15/07/2017 - 10:07 , em
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