Rotary RJ Ilha do Governador

Rotary a Serviço da Humanidade

No último dia 14 de outubro o Rotary RJ Ilha do Governador comemorou seu cinquentenário de fundação em solenidade realizada no Salão de Festas Novos Ventos, que contou com a participação de cerca de 150 pessoas.

Lá estavam rotarianos, convidados, homenageados e amigos do Rotary RJ Ilha do Governador.

Foi relevante a presença de fundadores do Clube: Antônio Carivaldo Pires (o primeiro presidente), Dario Tavares, Edwards Demarco e Martin Szidlow, homenageados com troféu personalizado, representado a gratidão dos atuais associados pela iniciativa de fundação do então Rotary Club da Ilha do Governador.

Durante o evento foram homenageados os parceiros do Clube em suas atividades ao longo destes 50 anos de existência.

A abertura da solenidade aconteceu com a apresentação do coral do Projeto PEMIG, cantando o Hino Nacional e seguindo com outras músicas do cancioneiro brasileiro.

A presença do Governador Pedro Loureiro Durão e de sua esposa Zélia Durão muito envaideceram os associados do Rotary RJ Ilha do Governador pelo prestígio emprestado à solenidade. Também estavam presentes a Governadora Adélia Antonieta Villas, os Governadores Nilton José Amaral, Eduardo Werneck, José Roberto Lebeis Pires, Antonio Carlos Coutinho e a Governadora Eleita Ivone Sacchetto.

A presença do Governador Assistente para o Clube, Companheiro João Trigo, foi marcante, bem como a de outros Governadores Assistentes e inúmeros presidentes de clubes coirmãos.

O Rotary RJ Ilha do Governador agradece a presença de todos que prestigiaram a solenidade.

A seguir é mostrado vídeo com a apresentação do coral PEMIG e uma série de fotos tomadas pela Companheira Maria Rodrigues, durante a solenidade.

  

  

 

  

  

  

  

   

  

Enviado por Luiz Carlos em Qui, 16/10/2014 - 20:39 , em

Meio Século, Cinquentenário, Jubileu de Ouro, ou simplesmente 50 anos de existência.

"Eu sei o quanto caminhaste para chegar até aqui, nem sempre entre jardins, mas nem por isso desistiu das borboletas. Nesta caminhada foste perdendo os hormônios e ganhando a experiência. Nem tudo se consegue mudar, porém seus cabelos só ficam brancos quando queres. Mudaste várias vezes no caminho, mas sempre sabendo onde deverias chegar. Fez planos, mudou os planos.

Lógico que se decepcionou com os erros, mas aprendeu com os eles. Foi aprendendo com os anos que tudo pode, mas nem tudo convém. Neste meio século de vida o universo conspirou a seu favor, não que ele tenha te dado o que querias, mas exatamente aquilo que precisavas."

- Autor desconhecido -

O Rotary RJ Ilha do Governador em todos os momentos de sua existência se comportou como uma verdadeira equipe. Não aquela equipe que recebe instruções de um líder e as executa, mesmo a contra gosto. Esta, via de regra, é a receita perfeita para o insucesso de qualquer missão. E nesta situação não foi diferente: todos, à sua maneira e dentro de suas possibilidades, contribuíram decisivamente para que o sucesso fosse alcançado.

A história do Rotary RJ Ilha do Governador foi construída ao longo destes 50 anos de existência tendo como base o vasto acervo de documentos (boletins semanais encadernados, fotos inúmeras, fitas de vídeo cassete), troféus, a Carta Constitutiva, flâmulas de clubes coirmãos, cuidadosamente guardados em nossa secretaria. Enfim, uma coletânea digna da história de um clube de serviço que se preocupava realmente, com o servir.

Tudo aquilo estava ali concentrado graças às sugestões do grande mestre em Rotary, Frederico Smolka, Companheiro do Rotary Club São Cristóvão, padrinho do Rotary Club da Ilha do Governador, quando dos preparativos para a fundação do Rotary Club da Ilha do Governador (primeira denominação do Clube). Foi Smolka o orientador e grande responsável por todos os registros existentes.

E a história do Clube começou em 13 de outubro de 1964, quando 31 Companheiros, sob a presidência do Companheiro Fundador Antônio Carivaldo Pires, assumia a presidência e consolidava o início das atividades do Rotary Club da Ilha do Governador.

Ao longo dos 50 anos todos os Companheiros do Clube se empenharam com o seu melhor, para o sucesso da empreitada, qual fosse, manter firme os objetivos de Rotary em benefício das comunidades insulanas, fosse pelas ações junto às autoridades constituídas, pleiteando e reivindicando ações governamentais para a melhoria do bem-estar da Ilha do Governador, fosse diretamente por seus projetos de cunho social.

Neste sentido, programas importantes marcaram a vida histórica do Rotary RJ Ilha do Governador. Podemos lembrar alguns.

- o MOBRAL – Movimento Brasileiro de Alfabetização;

- o projeto de educação pela TV em parceria com o programa do educador Gilson Amado na extinta TV Continental (seria um embrião da atual educação à distância?);

- as campanhas de vacinação contra a poliomielite;

- os Fóruns de Orientação Profissional, nos quais grupos de Companheiros rotarianos procuram orientar jovens estudantes quanto ao futuro em diversas profissões;

- as campanhas educativas da população, nas quais se incluem campanhas de trânsito, campanhas de prevenção a incêndios;

- a coordenação e implementação de diversas Assembleias Distritais realizadas no Centro de Instruções do Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil, localizado no bairro do Bananal, na Ilha do Governador;

- a implantação do Interact Club Ilha do Governador e do Rotaract Club Ilha do Governador que contribuíram decisivamente para a formação profissional dos participantes, além de desenvolver os aspectos de direito e cidadania em cada um;

- a realização de diversos eventos RYLA pelo desenvolvimento das habilidades de liderança, que o Rotary RJ Ilha do Governador procurou concentrar em estudantes de nível médio;

- a implantação do Centro Ocupacional Rotary Club, hoje Escola Especial Municipal Rotary Club, inaugurado em 1975, como resultado da grande iniciativa de nosso Clube, surgida em 1969, como um Centro Social a ser construído em terreno cedido pelo governo do estado da Guanabara e futuramente consolidado pela Prefeitura do Rio de Janeiro;

- e, por último, não menos importante, o PEMIG – Projeto de Educação Musical da Ilha do Governador, implantado em julho de 2013 e hoje com excelentes resultados, tendo com um de seus desdobramentos a instalação do Espaço Cultural Yutaka Okumura na Escola Educacional Portfólio, um dos braços operacionais do projeto.

Não podemos nos esquecer que por este Clube passaram autoridades como Governadores do Estado, Prefeitos, Deputados, Vereadores, Secretários Estaduais e Municipais e de Comandantes de Unidades Civis e Militares sediadas na Ilha do Governador, o que facilmente representa o quanto o Rotary Rio de Janeiro Ilha do Governador se mantém fiel aos ideais e objetivos de Rotary.

Alguém pode estar curioso pela não citação, até aqui, de eventos como aqueles comemorativos da Semana do Idoso, Semana de Civismo, Feira da Saúde e Cidadania e muitos outros.

Pois bem, aquele acervo reunido por sugestão de Smolka possibilitou uma grande compilação com o intuito de mostrar as várias fases da história do Rotary RJ Ilha do Governador. Assim é que o Clube lança hoje um e-book com o título “CONTANDO NOSSA HISTÓRIA”, sem o intuito detalhista para cada etapa passada, mas com a finalidade de mostrar o desenvolvimento das atividades do Clube, com os respectivos eventos de destaque.

O Rotary RJ Ilha do Governador agradece a todos os Companheiros que, ao longo dos anos, colaboraram para a edição deste trabalho, pesquisando a história do Clube, relatando fatos não registrados nos anais, fornecendo escritos e fotos disponíveis em seus acervos. Somente assim foi possível produzir o trabalho que ora é apresentado. O endereço na internet no qual o e-book está disponível, para cópia ou download, em formato PDF é o seguinte www.rotaryilha.org.br/Capa 1.jpg .

Este e-book tem também o link clicável para acesso pela imagem ao final deste texto. Nele está mostrado o resultado do trabalho social desenvolvido pela Equipe, com E maiúsculo, Rotary RJ Ilha do Governador.

Sempre ficará a pergunta: como se comportar depois dos 50 anos? A resposta? Juntando forças e trabalhando com dedicação, cada vez mais.

Enviado por Luiz Carlos em Seg, 13/10/2014 - 21:30 , em



O PEMIG - Projeto de Educação Musical da Ilha do Governador, patrocinado pelo Rotary RJ Ilha do Governador, continua sendo acompanhado pela mídia insulana. O Jornal GOLFINHO, em sua edição de maio de 2014, apresentou a reportagem constante da imagem acima e que segue transcrita.

"Com o objetivo de oferecer aulas de música para crianças e jovens carentes, o Rotary Ilha - em parceria com a Fundação Rotária - criou o Projeto de Educação Musical da Ilha do Governador (Pemig). A iniciativa fez tanto sucesso que, em menos de um ano, já conta com 40 meninos e meninas de apenas duas comunidades insulanas.

Este projeto teve início em agosto de 2013, na gestão do cardiologista Sylvio Regalia, então presidente do Rotary Ilha, e prosseguiu na atual administração do clube de serviços, a cargo do advogado Marcos Antônio Alves.

Atualmente, as aulas são ministradas nas igrejas Nossa Senhora do Loreto, no Galeão, e Nossa Senhora Aparecida, no Moneró, além da Escola Portfólio Educacional, também no Moneró. A escolha destes locais se deu pela disponibilidade de salas apropriadas para as aulas de música, pelo pessoal de apoio e também pela proximidade do Parque Royal e Vila Juaniza.

- A música é um meio de integração social para a criança, pois combate a timidez, a hiperatividade e o déficit de atenção, além de, indiretamente, livrá-la dos descaminhos - revela Marcos Alves, acrescentando que o projeto busca não apenas ministrar aulas de música, mas tornar-se uma ferramenta para a formação do caráter e cidadania destes alunos.

A coordenação do projeto é do rotariano Armando Faria e as aulas são ministradas pelo professor Eduardo Bacelar, que conta com alunos dos 5 aos 17 anos, que aprendem teoria e um instrumento musical. Segundo ele, o aluno que deseja ingressar no projeto deve estar matriculado em uma instituição de ensino e passar por uma entrevista com a direção dos núcleos.

- A inscrição é gratuita e, dependendo do seu desempenho, o aluno pode utilizares instrumentos que foram doados pelo Rotary Ilha, ficando sob sua inteira responsabilidade - completa Eduardo.

O projeto aceita crianças com dislexia, autismo, síndrome de Asperger, TDA e transtorno de ansiedade. Em convívio com os demais alunos e utilizando a música como elemento de transformação, permite uma integração saudável e harmoniosa de todo o grupo."

Enviado por Luiz Carlos em Ter, 07/10/2014 - 10:40 , em

O Rotary RJ Ilha do Governador participou do 2º Intercolegial - Paz no Trãnsito, promovido pelo Distrito 4570 de Rotary International. Na imagem ao lado está reproduzido o diploma referente à participação do Clube no concurso.

O Clube patrocinou a Escola Educacional Portfólio, da Ilha do Governador, que vem recebendo apoio do Rotary RJ Ilha do Governador desde o início de 2013, com o mais recente projeto do Clube, o Projeto PEMIG - Projeto de Educação Musical da Ilha do Governador.

Alunos da escola apresentaram suas redações para avaliação pela Comissão Julgador do concurso, sendo premiada, em primeiro lugar, a aluna Raphaela Mendes lopes, da Escola Portfólio, o que muito orgulhou o Rotary RJ Ilha do Governador.

À Raphaela os parabéns do Rotary RJ Ilha do Governador pelo êxito alcançado.

Enviado por Luiz Carlos em Qui, 02/10/2014 - 11:11 , em

Transcrevendo do JB Ilha, edição de setembro de 2014.

Uma justa homenagem ao grande rotariano do Rotary RJ Ilha do Governador, Sérgio Fabri.

 

“Quem vive há décadas na Ilha do Governador pode falar com propriedade sobre a região. Mo­rador do bairro há 45 anos, Sérgio Fabri é uma dessas pessoas: ape sar de mineiro da cidade de Mar de Espanha, ele conhece o pas­sado e o presente da Ilha como poucos e vem desempenhado, ao longo do tempo, importantes papéis em áreas distintas, como esportes, educação e cultura.

Atualmente, Sérgio Fabri é Diretor Social da União da Ilha, cuida da manutenção geral da ACM Ilha - tendo sido secretário e vice-presidente da unidade - e já foi presidente por dois perídos do Rotary Club ilha do Gover­nador. Em sua vida profissional, ele também traz na bagagem a experiência de ter trabalhado como Secretário Geral do Mobral (Movimento Brasileiro de Alfabetização), um projeto do governo que propunha a alfabetização funcional de jovens e adultos, visando conduzir a pessoa a ad­quirir técnicas de leitura, escrita e cálculo.

"O Mobral era uma ação vo­luntária. Nós captávamos recur­sos, íamos para comunidades, como o Morro do Dendê, e abría­mos salas de aula", explica Fabri, que é formado em administração de empresas.

Mudanças

Quando questionado sobre as mudanças sofridas pela Ilha do Governador ao longo do tempo, Fabri demonstra decepção com a poluição das praias, comenta o que melhorou e o que piorou, e revela o que ainda espera fazer pelo bairro.

"Na Ilha, o que está melhor é a infraestrutura de comércio, mas o transporte e as praias es­tão piores. Eu entrava na água, nas praias da Ilha! Tem a questão da violência que aumentou mui­to e da educação, que caiu muito também. Eu investiria mais em saúde, em transportes e, princi­palmente, nas barcas", relata.

Apesar dos pontos negativos apontados, Fabri revela um ver­dadeiro amor pela Ilha e pelas organizações em que atua.

"Eu sou suspeito para f alar da Ilha. Adoro minha Ilha do Gover­nador, a União da Ilha, a ACM e o Rotary, então eu faço tudo por eles, luto por eles. E tem uma coi­sa pela qual estamos batalhando muito para acontecer, que é a Ca­pela de São Jorge, lá na União da Ilha. Já existe um projeto local, só falta agora a verba."”

Enviado por Luiz Carlos em Qui, 02/10/2014 - 10:46 , em

O atleta de 40 anos explica a diferença entre a handcycling e a cadeira de corrida, suas "pernas" no tetracampeonato da Maratona de São Paulo.

A cadeira de atletismo é a “perna” que o Jaciel Paulino conhece. E conhece bem –há mais de uma década usando o equipamento, explica rapidamente as diferenças de seu esporte para a handcycling, que se popularizou entre deficientes físicos.

A cadeira de atletismo não tem marchas, catraca ou qualquer mecanismo que facilite a vida de quem pilota.  Para empurrá-la, o atleta usa uma luva de borracha diretamente na roda.

- É a diferença entre correr a pé ou de bicicleta. A handcycling tem 27 marchas, essa não tem nenhuma, toda a força é feita no braço. A gente dá impulso na “pancada” - contou o cadeirante, que completou a 19ª Maratona de São Paulo em 2h04m.

Tetracampeão na categoria para atletas com mobilidade reduzida, Jaciel conta que teve poliomielite com um ano e dois meses de idade, quando vivia na cidade de Santa Maria do Camucá, interior de Pernambuco. Ele e os 13 irmãos nunca foram vacinados, quando a mãe procurou um posto médico já era tarde.

- Estava aprendendo a andar quando fui pego pela doença. Minha mãe me levou ao médico para tomar vacina, mas ele disse que já não adiantaria mais - contou.

Os pais se mudaram para Santos, no litoral paulista em busca de melhor tratamento na “Casa da Esperança”, uma referência em poliomielite na época. O pai, pedreiro e a mãe, funcionária pública ficaram no estado de São Paulo. Já o Jaciel foi rodar por aí.

- Casei duas vezes, tenho três filhos e tenho uma vida muito boa apesar da pólio – disse.

Atleta profissional, Jaciel entrou no atletismo pelas provas rápidas, mas, em 2009 descobriu a habilidade para longas distâncias. Venceu todas as principais corridas de rua do país – São Silvestre, Volta da Pampulha, 10 km A Tribuna, Maratonas de Porto Alegre, Foz do Iguaçu, Florianópolis e Curitiba.

- Como não me lembro o que é ficar de pé, as rodas são as únicas “pernas” que funcionam. E vivo muito feliz com elas – finalizou.

Fonte: Globo Esporte, por Carla Gomes

Enviado por Luiz Carlos em Sáb, 27/09/2014 - 13:34 , em

Estudo publicado na revista “Science” afirma que tomar vacina contra a poliomielite nas formas oral e também injetável pode aumentar a imunidade infantil contra a doença. As duas opções são usadas de forma independente em diversas partes do país, mas pesquisadores resolveram testar as duas vacinas em mil crianças no norte da Índia, desde bebês até meninos e meninas de 10 anos. O estudo foi feito em 2011, último ano em que o país registrou um caso de pólio. Todas receberam uma dose da vacina em gotas contra a pólio e outra na forma injetada, como reforço.

Quatro semanas mais tarde, pôde-se constatar que as aplicações em agulhas agiram com melhor eficácia na imunidade intestinal das crianças do que lhes dar novamente a vacina em gotas. Um estudo semelhante em 450 crianças no sul da Índia, no ano passado, chegou à mesma conclusão. A Organização Mundial de Saúde informa que a estratégia de combinação já está começando a ser usada em campanhas de vacinação em massa em algumas áreas atingidas por conflitos e em países em desenvolvimento.

O importante, na verdade, é vacinar. Ana Paula de Oliveira, referência técnica estadual em Poliomielite, destaca que, conforme o calendário de imunização, toda a criança deve ser vacinada aos 2, 4 e 6 meses de vida. O primeiro reforço deve ocorrer aos 15 meses e todos os anos o Sistema Único de Saúde promove campanhas para a vacinação de crianças menores de cinco anos. “A Poliomielite ou paralisia infantil é uma doença infectocontagiosa aguda, causada por um enterovírus denominado poliovírus 1, 2 e 3. Caracteriza-se por um quadro de paralisia flácida de início súbito, resultante da destruição dos neurônios motores localizados no corno anterior da medula espinhal. Adultos podem desenvolver uma forma branda da doença, não causando sequelas”, frisa.

Ana Paula alerta ainda que a transmissão ocorre através do contato direto com pessoas contaminadas. “As pessoas não imunizadas são suscetíveis a contrair a doença, sendo que a infecção natural ou a vacinação conferem imunidade duradoura. As manifestações clínicas devido à infecção pelo poliovírus são muito variáveis, indo desde infecções sem causa aparente até quadros de paralisia severa, podendo evoluir para óbito. A forma paralítica mais grave acomete mais as crianças, daí o nome paralisia infantil”, ressalta.

Fonte: Jornal da Manhã

Enviado por Luiz Carlos em Sáb, 30/08/2014 - 08:49 , em

Mensagem recebida do Companheiro Roberto Massaru Watanabe, Associado Representativo - Member ID#2148543, Classificação: Engenharia Civil, Rotary Club de São Paulo - Água Rasa (Club ID#25146), Distrito 4430 sobre o Rotariano Antônio Ermírio de Moraes.

"Prezados companheiros do grupo GEROI.

Existem muitos companheiros mais categorizados que eu mas como o tempo já se vai, vou tentar traçar umas linhas sobre o Antonio Ermírio de Moraes, falecido.

Ele, junto com o irmão José Ermírio de Moraes, se viram perante uma instituição de ensino falida denominada Colégio Rio Branco.

Se uniram e acharam que a escola deveria ser tocada por uma entidade sem fins lucrativos e, como rotarianos, resolveram criar uma fundação, a Fundação de Rotarianos de São Paulo, com outros 20 rotarianos.

Bem estruturada e bem administrada, a Fundação de Rotarianos conseguiu salvar a escola, e algum tempo depois criaram uma segunda unidade lá na zona sul, mais precisamente no bairro Granja Viana. É um belo empreendimento com diversos prédios.

Mais recentemente, criaram as faculdades Integradas Rio Branco no bairro da Lapa em São Paulo              


O interessante é a organização da Fundação de Rotarianos de São Paulo: Fazem parte do conselho diretor, todos os Presidentes dos clubes de São Paulo, portanto, parte dos Distritos 4610, 4420 e 4430.

É a maior ação desenvolvida por rotarianos no mundo. A Fundação de Rotarianos não tem nada a ver com a Fundação Rotária e nem com a ABTRF.

Vale a pena conhecer. Veja no site www.frsp.org e quando vocês estiverem de passagem por São Paulo, não deixem de visitar e conhecer, além da Sucursal do RI, a Fundação de Rotarianos.

Todos conhecem bem a vida de Antonio Ermírio à frente das indústrias Votorantim mas nós rotarianos devemos ter orgulho do trabalho rotário que ele e o irmão desenvolveram com tanta competência.

 

 

Abraços,

Roberto Massaru Watanabe

Enviado por Luiz Carlos em Qui, 28/08/2014 - 11:38 , em

No último dia 20 de agosto o ROTARY RIO DE JANEIRO ILHA DO GOVERNADOR inaugurou o Espaço Cultural Yutaka Okumura localizado na Escola Educacional Portfólio, no bairro do Moneró, Ilha do Governador. A Escola Portfólio é um dos núcleos operacionais do projeto PEMIG, patrocinado pelo Clube, aonde participam crianças de 9 a 14 anos de idade.

O evento que teve cobertura completa da TV DEGASE, com futura exposição na TV Futura, revestiu-se de profunda emoção, não só pela justa homenagem prestada ao nosso saudoso GOVERNADOR YUTAKA OKUMURA (1990-1991), como também pelas apresentações musicais dos jovens daquele núcleo educacional.

A presença de Companheiros do Clube e, principalmente, a de Yolanda Okumura deram o tom especial à inauguração. Na ocasião Yolanda ficou muito emocionada com a homenagem prestada a Yutaka, tendo participado intensamente das apresentações musicais dos jovens, cantando junto. 

A seguir apresentamos fotos da solenidade de inauguração do Espaço Cultural Yutaka Okumura.

     

    

   

   

    

    

Fotos: Margarida Menezes Cony

 

Enviado por Luiz Carlos em Qui, 28/08/2014 - 11:19 , em

Uma nova pesquisa aponta que usar dois tipos de vacina contra a pólio pode acelerar a erradicação da doença no mundo.
A vacina oral vem sendo a principal arma para acabar com a pólio, mas testes feitos na Índia mostraram que a imunidade à doença aumenta quando também é usada uma vacina injetável.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) diz que os resultados, publicados na revista Science, são "históricos".

História de sucesso
O pólio se espalha por meio de fezes contaminadas e pode causar paralisia ou até mesmo ser fatal. A luta contra a doença é uma das mais bem-sucedidas histórias da saúde mundial.
Em 1988, havia mais de 350 mil casos de pólio em 125 países. Hoje, a doença é comum em apenas três países - Nigéria, Afeganistão e Paquistão - e os casos no mundo foram reduzidos em 99%.
Duas gotas da vacina oral, que contém amostras do vírus enfraquecido, são a forma mais usada para combater o pólio, porque é um método barato e cria uma resistência ao vírus no sistema digestivo. Mas sua eficácia pode ser afetada pela interferência de outras infecções.
A saída tem sido fazer uma vacinação múltipla, também com a vacina injetável, que usa uma forma inativa do vírus e cria imunidade na corrente sanguínea.

Maior imunidade
Os testes na Índia mostraram que a vacina injetável confere uma maior imunidade do que múltiplas gotas da vacina oral. No país, crianças chegaram a receber 30 doses da vacina até completarem 5 anos de idade.
No entanto, o maior desafio no combate ao pólio não é a escolha da vacina, mas sim imunizar crianças em áreas de conflito. Nesses locais, a falta de segurança e o uso da vacinação como arma política representam sérios obstáculos.
Em 2012, o grupo radical Talebã disse que as vacinações em certas áreas do Paquistão estavam proibidas até que os Estados Unidos parassem de atacar o país.
Mas, nesse contexto, a dupla vacinação pode ser ainda mais importante.
"Se o acesso a essas áreas é restrito, é preciso obter o maior benefício possível quando se consegue estar lá", diz o pesquisador Nicholas Grassly, do Imperial College London.
Essa estratégia já vem sendo usada em partes da Nigéria e logo será aplicada no Paquistão.
"Esse estudo revolucionou nossa compreensão da vacina injetável e como usá-la na erradicação global da doença para que as crianças sejam protegidas dela da melhor forma possível", afirma Bruce Aylward, diretor-assistente da OMS.

Fonte: BBC BRASIL

Enviado por Luiz Carlos em Seg, 25/08/2014 - 18:40