Rotary RJ Ilha do Governador

O Rotary Faz a Diferença

Pelo site teweetreach, é possível avaliar o comportamento de um site no Twitter.

Para saber como está o comportamento do Rotary RJ Ilha do Governador, foi feito um teste no dia 7 de novembro de 2010. O número alcançado está apresentado na imagem abaixo. Vale a pena ter conhecimento. Deve ser considerado que para cada avaliação que o site faz, o número máximo de tweets considerados é de 50.

Para ampliar, clique na imagem.

 

Enviado por Luiz Carlos em Dom, 07/11/2010 - 12:20 , em

O Companheiro Antonio Joaquim, do Rotary Clube Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, distribuiu, por email, mensagem sobre a arte de ouvir, escrita por Rubem Alves.

Não bastasse a mensagem, rica em conteúdo sobre o tema abordado, Antonio Joaquim apresenta introdução sobre o comportamento dos Rotarianos em uma reunião, que, acredito, vale a pena reproduzir. Muito apropriado e que nos sirva de alerta.

Não raro, nas tribunas do ROTARY, somos obrigados a interromper exposições para não “prejudicar” as conversas paralelas, que concorrem nos auditórios e que são fruto do bom companheirismo. E o companheirismo é fundamental em nossos encontros semanais! Algumas ao pé do ouvido, mas em tom que dão para competir com os expositores, e deixa clara a inconveniência.

Muitos companheiros deixam de ser bons ouvintes. E aqueles que não sabem ouvir, perdem oportunidades de desfrutar da experiência do expositor ou terminam por ficar sem informações importantes. Além do desprestígio evidenciado e que resulta em desagrado para quem, quer ser ouvido.

As estatísticas mostram que o ouvinte normalmente só consegue entender e mentalizar apenas 50 % de uma exposição. Esta porcentagem desce para 25 %, 48 horas mais tarde. Isto quer dizer que o que guardamos de uma conversa ou exposição torna-se impreciso e incompleto.

Quero sugerir a apreciação DO CURSO DE ESCUTATÓRIA de RUBEM ALVES. Muito bom.

Antônio J. C. da Cunha - Rotary Club Duque de Caxias.

Vamos então ao texto de Rubem Alves, abaixo trascrito.

Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória. Mas acho que ninguém vai se matricular.

Escutar é complicado e sutil. Diz o Alberto Caeiro que “não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. É preciso também não ter filosofia nenhuma“. Filosofia é um monte de idéias, dentro da cabeça, sobre como são as coisas. Aí a gente que não é cego abre os olhos. Diante de nós, fora da cabeça, nos campos e matas, estão as árvores e as flores. Ver é colocar dentro da cabeça aquilo que existe fora. O cego não vê porque as janelas dele estão fechadas. O que está fora não consegue entrar. A gente não é cego. As árvores e as flores entram. Mas - coitadinhas delas - entram e caem num mar de idéias. São misturadas nas palavras da filosofia que mora em nós. Perdem a sua simplicidade de existir. Ficam outras coisas. Então, o que vemos não são as árvores e as flores. Para se ver e preciso que a cabeça esteja vazia.

Faz muito tempo, nunca me esqueci. Eu ia de ônibus. Atrás, duas mulheres conversavam. Uma delas contava para a amiga os seus sofrimentos. (Contou-me uma amiga, nordestina, que o jogo que as mulheres do Nordeste gostam de fazer quando conversam umas com as outras é comparar sofrimentos. Quanto maior o sofrimento, mais bonitas são a mulher e a sua vida. Conversar é a arte de produzir-se literariamente como mulher de sofrimentos. Acho que foi lá que a ópera foi inventada. A alma é uma literatura. É nisso que se baseia a psicanálise...) Voltando ao ônibus. Falavam de sofrimentos. Uma delas contava do marido hospitalizado, dos médicos, dos exames complicados, das injeções na veia - a enfermeira nunca acertava -, dos vômitos e das urinas. Era um relato comovente de dor. Até que o relato chegou ao fim, esperando, evidentemente, o aplauso, a admiração, uma palavra de acolhimento na alma da outra que, supostamente, ouvia. Mas o que a sofredora ouviu foi o seguinte: “Mas isso não é nada...“ A segunda iniciou, então, uma história de sofrimentos incomparavelmente mais terríveis e dignos de uma ópera que os sofrimentos da primeira.

Parafraseio o Alberto Caeiro: “Não é bastante ter ouvidos para se ouvir o que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma.“ Daí a dificuldade: a gente não agüenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor. No fundo somos todos iguais às duas mulheres do ônibus. Certo estava Lichtenberg - citado por Murilo Mendes: “Há quem não ouça até que lhe cortem as orelhas.“ Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil da nossa arrogância e vaidade: no fundo, somos os mais bonitos...

Tenho um velho amigo, Jovelino, que se mudou para os Estados Unidos, estimulado pela revolução de 64. Pastor protestante (não “evangélico“), foi trabalhar num programa educacional da Igreja Presbiteriana USA, voltado para minorias. Contou-me de sua experiência com os índios. As reuniões são estranhas. Reunidos os participantes, ninguém fala. Há um longo, longo silêncio. (Os pianistas, antes de iniciar o concerto, diante do piano, ficam assentados em silêncio, como se estivessem orando. Não rezando. Reza é falatório para não ouvir. Orando. Abrindo vazios de silêncio. Expulsando todas as idéias estranhas. Também para se tocar piano é preciso não ter filosofia nenhuma). Todos em silêncio, à espera do pensamento essencial. Aí, de repente, alguém fala. Curto. Todos ouvem. Terminada a fala, novo silêncio. Falar logo em seguida seria um grande desrespeito. Pois o outro falou os seus pensamentos, pensamentos que julgava essenciais. Sendo dele, os pensamentos não são meus. São-me estranhos. Comida que é preciso digerir. Digerir leva tempo. É preciso tempo para entender o que o outro falou. Se falo logo a seguir são duas as possibilidades. Primeira: “Fiquei em silêncio só por delicadeza. Na verdade, não ouvi o que você falou. Enquanto você falava eu pensava nas coisas que eu iria falar quando você terminasse sua (tola) fala. Falo como se você não tivesse falado.“ Segunda: “Ouvi o que você falou. Mas isso que você falou como novidade eu já pensei há muito tempo. É coisa velha para mim. Tanto que nem preciso pensar sobre o que você falou.“ Em ambos os casos estou chamando o outro de tolo. O que é pior que uma bofetada. O longo silêncio quer dizer: “Estou ponderando cuidadosamente tudo aquilo que você falou.“ E assim vai a reunião.

Há grupos religiosos cuja liturgia consiste de silêncio. Faz alguns anos passei uma semana num mosteiro na Suíça, Grand Champs. Eu e algumas outras pessoas ali estávamos para, juntos, escrever um livro. Era uma antiga fazenda. Velhas construções, não me esqueço da água no chafariz onde as pombas vinham beber. Havia uma disciplina de silêncio, não total, mas de uma fala mínima. O que me deu enorme prazer às refeições. Não tinha a obrigação de manter uma conversa com meus vizinhos de mesa. Podia comer pensando na comida. Também para comer é preciso não ter filosofia. Não ter obrigação de falar é uma felicidade. Mas logo fui informado de que parte da disciplina do mosteiro era participar da liturgia três vezes por dia: às 7 da manhã, ao meio-dia e às 6 da tarde. Estremeci de medo. Mas obedeci. O lugar sagrado era um velho celeiro, todo de madeira, teto muito alto. Escuro. Haviam aberto buracos na madeira, ali colocando vidros de várias cores. Era uma atmosfera de luz mortiça, iluminado por algumas velas sobre o altar, uma mesa simples com um ícone oriental de Cristo. Uns poucos bancos arranjados em “U“ definiam um amplo espaço vazio, no centro, onde quem quisesse podia se assentar numa almofada, sobre um tapete. Cheguei alguns minutos antes da hora marcada. Era um grande silêncio. Muito frio, nuvens escuras cobriam o céu e corriam, levadas por um vento impetuoso que descia dos Alpes. A força do vento era tanta que o velho celeiro torcia e rangia, como se fosse um navio de madeira num mar agitado. O vento batia nas macieiras nuas do pomar e o barulho era como o de ondas que se quebram. Estranhei. Os suíços são sempre pontuais. A liturgia não começava. E ninguém tomava providências. Todos continuavam do mesmo jeito, sem nada fazer. Ninguém que se levantasse para dizer: “Meus irmãos, vamos cantar o hino...“ Cinco minutos, dez, quinze. Só depois de vinte minutos é que eu, estúpido, percebi que tudo já se iniciara vinte minutos antes. As pessoas estavam lá para se alimentar de silêncio. E eu comecei a me alimentar de silêncio também. Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro. Ausência de pensamentos. E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia. Eu comecei a ouvir. Fernando Pessoa conhecia a experiência, e se referia a algo que se ouve nos interstícios das palavras, no lugar onde não há palavras. E música, melodia que não havia e que quando ouvida nos faz chorar. A música acontece no silêncio. É preciso que todos os ruídos cessem. No silêncio, abrem-se as portas de um mundo encantado que mora em nós - como no poema de Mallarmé, A catedral submersa, que Debussy musicou. A alma é uma catedral submersa. No fundo do mar - quem faz mergulho sabe - a boca fica fechada. Somos todos olhos e ouvidos. Me veio agora a idéia de que, talvez, essa seja a essência da experiência religiosa - quando ficamos mudos, sem fala. Aí, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia, ouvimos a melodia que não havia, que de tão linda nos faz chorar. Para mim Deus é isto: a beleza que se ouve no silêncio. Daí a importância de saber ouvir os outros: a beleza mora lá também. Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto... (O amor que acende a lua, pág. 65.)

Enviado por Luiz Carlos em Dom, 07/11/2010 - 11:50 , em

Você, que ainda não se convenceu de que doar à Fundação Rotária é uma oportunidade de bem servir, veja abaixo a matéria escrita por Antoinette Tuscano, publicada em Notícias do Rotary International de 5 de outubro de 2010. 

Existem inúmeras razões para apoiar a Fundação Rotária e fazer o bem no mundo.

 Ao contribuir à Fundação, você apoia as seis áreas de enfoque, as quais ajudam a promover a boa vontade, paz e compreensão mundial por meio de apoio a iniciativas de melhoria da saúde, da educação e do combate à pobreza. Através da iniciativa Todos os Rotarianos, Todos os Anos, a principal fonte de financiamento dos programas da Fundação, você se torna um contribuinte especial ao doar US$100 todo ano.

Aqui estão alguns exemplos de como suas contribuições fazem a diferença:

 Ao contribuir à Fundação, você ajuda a promover a boa vontade, paz e compreensão mundial por meio de apoio a iniciativas de melhoria da saúde, da educação e do combate à pobreza. Rotary Images

5. Combate à fome

Na Romênia, órfãos e crianças doentes recebem leite, ovos e carne devido a um projeto subsidiado pela Fundação que auxilia fazendeiros locais.

Fundos são fornecidos para que comprem tudo o que precisam, de ração para animais a materiais para embalagens, contanto que parte da produção da fazenda seja doada a hospitais infantis, escolas e orfanatos.

No Alasca, EUA, o Rotary Club de Anchorage East também vem combatendo a fome através da distribuição de alimentos a famílias de baixa renda.

Projetos como estes estão relacionados às áreas de saúde materno-infantil, e desenvolvimento econômico e comunitário.

4. Redução da taxa de mortalidade infantil

Os Rotary Clubs de Jaela-Kandana, Sri Lanka, e Madras Northwest, Índia, estão ajudando a reduzir o índice de mortalidade infantil através da construção de instalações sanitárias para 15 famílias em uma pequena comunidade no Sri Lanka. Com fundos de um Subsídio Equivalente da Fundação Rotária, os clubes já construíram 14 banheiros, ajudando a prevenir diarreia e outras doenças relacionadas à falta de saneamento.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 1,8 milhões de crianças morrem de diarreia por ano, a segunda maior causa de mortes de crianças menores de cinco anos. O saneamento apropriado pode reduzir a taxa de mortalidade infantil em até um terço em muitas comunidades. A terceira área de enfoque engloba recursos hídricos e saneamento.

3. Promoção de paz e resolução de conflitos

Testemunhar a destruição causada pela guerra civil em sua terra natal, Costa do Marfim, fez com que Kouame Remi Oussou, bolsista Rotary pela Paz, desenvolvesse um grande interesse pela resolução de conflitos.

Ele agora trabalha no Programa das Nações Unidas para o DesenvolvimentoLeia mais sobre Oussou. na República Centro-Africana, um país que costumava vivenciar conflitos internos periodicamente antes de um acordo de paz entrar em vigor em 2007.

Os bolsistas Rotary pela Paz são líderes na promoção da cooperação nacional e internacional, paz e resolução de conflitos. Contribua aos Centros Rotary pela Paz. Paz e prevenção/resolução de conflitos é a primeira área de enfoque. Leia o que quatro bolsistas têm a dizer sobre a paz.

2. Educação básica e alfabetização

A educação ajuda a reconstruir vidas, seja em pequenas cidades rurais ou em países destruídos por guerras. Um projeto de alfabetização patrocinado por rotarianos americanos e pela International Reading Association (IRA) está ajudando refugiados sudaneses a fortalecer suas comunidades, capacitando-os para ensinar futuras gerações.

A Southern Sudan Teacher Training Initiative treina e orienta refugiados da guerra civil do país, que já dura décadas, para ensinarem alunos do ensino básico ao fundamental. "As pessoas que retornam dos campos de refugiados para reconstruir suas vidas em Duk County têm muita vontade de aprender", diz John Dau, refugiado e fundador da John Dau Foundation. Saiba mais sobre o projeto.

1. Erradicação da pólio

No mundo todo, rotarianos estão realizando caminhadas, mergulhando em águas geladas e participando de vários tipos de eventos de arrecadação de fundos para ajudar o Rotary a cumprir sua promessa de erradicar a pólio. Si Burgher, por exemplo, do Rotary Club de Bloomfield, EUA, arrecadou cerca de US$1.600 ao raspar sua sobrancelha.

Em 1985, o Rotary lançou o programa Pólio Plus e, desde então, a erradicação da pólio tem sido a prioridade da organização. Faça sua contribuição e nos ajude a eliminar a pólio.

Enviado por Luiz Carlos em Sáb, 06/11/2010 - 11:05 , em

O Dr. James Orbinski estará falando no Rose City Kids Theatre na sexta-feira 26 de novembro. Ele recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 1989, representando a instituição Médicos Sem Fronteiras (Doctors Without Borders). Ele, médico baseado em Toronto, serviu como presidente da organização de 1998 até 2001.
A visita de Orbinski é parte de um evento organizado pelo Rotary Club of Welland para arrecadação de fundos, com vistas a apoiar o trabalho sendo realizado pelo Rotary International e pela organização Dignitas International - uma organização cofundada por Orbinski em 2003. Rotary International e Dignitas estão tentando levantar US$1.5 million pelos próximos três anos para ajudar a cobrir os custos para prevenir o alastramento do HIV entre crianças e jovens na África.
O presidente do Rotary Club of Welland, Robert De Smit disse que a visita de Orbinski foi organizada por Jos Nolle, membro do clube, que trabalhou para a organização Médicos Sem Fronteiras, em Moçambique, há dez anos atrás, antes de se mudar para Welland.
Os tíquetes para o evento custam US$65.
A notícia sobre o evento foi veiculada pelo periódico The Tribune, de Welland. Veja a matéria completa, na edição online.

Enviado por Luiz Carlos em Qui, 04/11/2010 - 12:02 , em

O Keilor Rotary Club está desenvolvendo um programa para educar jovens adolescentes sobre os perigos de dirigir no trânsito.

Cameron Horder do Keilor Rotary Club diz que ter uma carteira de motorista e as chaves do veículo, nem sempre significam que um jovem motorista está pronto para dirigir nas ruas ou estradas.

Mr Horder e seus Companheiros Rotarianos lançarão o Programa Rotary Jovens Motoristas Conscientes (Rotary Youth Drivers Awareness Program). Com o programa eles acreditam que os jovens motoristas adolescentes aprenderão como se tornarem práticos na direção defensiva.

O programa está baseado em estratégias para prevenção de acidentes projetadas pelo Rider Training Australia, e será distribuído pelos Rotary Clubs, por toda a cidade de Victoria e será lançado no próximo dia 18 de novembro.

Veja o link da matéria publicada no Moonee Valley Weekly - Your Community Voice.

Enviado por Luiz Carlos em Qua, 03/11/2010 - 15:37 , em

Ryan Hyland em Notícias do Rotary International de 29 de outubro de 2010, nos apresenta matéria tratando dos Serviços Profissionais em Rotary e trazendo como exemplo, projeto desenvolvido pelo Rotary Club de Minneapolis South, EUA, que utiliza a colaboração de empresas locais, agências de desenvolvimento e instituições de ensino. Veja a matéria completa a seguir.

Nos últimos três anos, o Rotary Club de Minneapolis South, EUA, tem ajudado jovens com distúrbios de aprendizado e comportamento a explorar carreiras de seu interesse.

O clube tem uma parceria com o centro de recrutamento Minneapolis South Workforce Center e sete escolas voltadas a alunos com necessidades especiais, em um programa que acontece duas vezes ao ano e possibilita que os alunos passem o dia vendo profissionais em seu ambiente de trabalho. 

Mais de 30 estudantes e jovens de 18 a 21 anos observam trabalhadores de áreas comoenfermagem, segurança pública, processamento de dados e serviços domésticos.

 

Dois estudantes participam do Camp Enterprise, projeto que vem sendo realizado pelo Rotary Club de San Diego, EUA, desde 1976. Foto cedida pelo Rotary Club de San Diego

Sandra Schley, ex-governadora do Distrito 5950, explica que programas vocacionais como este são essenciais, principalmente se levarmos em consideração o índice de 70% de desemprego de pessoas com necessidades especiais nos Estados Unidos.

"Este projeto mostra aos jovens deste grupo que eles precisam trabalhar e se tornar membros ativos e independentes de suas comunidades", diz Schley. "Além disso, faz com que enxerguem possibilidades reais para si mesmos."

O clube oferece transporte e refeições aos participantes. Os rotarianos, antes de levarem os jovens ao seu dia de observação, também falam sobre suas próprias carreiras.

"Este é um projeto ótimo, pois utiliza a colaboração de empresas locais, agências de desenvolvimento e instituições de ensino", comenta Ellie Emanuel, presidente da Comissão de Serviços Profissionais do clube. "Estamos incentivando os jovens a estabelecerem contatos na comunidade."

Os associados do clube também visitam escolas para ajudar alunos com dificuldades.

Durante o mês de outubro, os rotarianos são incentivados a dar enfoque aos Serviços Profissionais, uma das cinco Avenidas de Serviços. O Rotary International reuniu diversos exemplos de projetos de Serviços Profissionais enviados por governadores de 2009-10. Aqui estão alguns deles:

  • O Rotary Club de San Diego, EUA, vem realizando o Camp Enterprise desde 1976, que ajuda a ensinar cerca de 80 alunos do ensino médio sobre empreendedorismo e suas vantagens. Os alunos são de diferentes escolas, culturas, etnias e classes sociais.
  • O Rotary Club de Krasnodar, Federação Russa, desenvolveu o projeto "Meu Futuro Profissional" para órfãos de 14 a 16 anos, que inclui seminários sobre automotivação, comunicação, carreira e trabalho, e preparação para o futuro. Os rotarianos organizam visitas a empresas e fábricas locais. "Este projeto é um grande exemplo de Serviços Profissionais porque os rotarinos compartilham sua experiência profissional com jovens que muitas vezes tem uma percepção errada da vida e, assim, não se dão conta de suas habilidades e de seu potencial", esclarece Nadezhda Papp, ex-governadora do Distrito 2220.
  • Associados do Rotary Club de Bern, Suíça, oferecem estágios de duas semanas para os jovens menos favorecidos de uma escola na Alemanha. Os estudantes trabalham em empresas na Suíça e aprendem a fazer seu marketing pessoal. O Rotary Club de Essen-Baldeney, Alemanha, indica os alunos e o clube de Bern, Suíça, oferece apoio financeiro. "Fico feliz por ter me dado bem com as pessoas de um país estrangeiro e descobrir que posso me virar sozinha", diz Katarian Kanakusen, ex-estagiária. "Aprendi muito durante minhas duas semanas na Suíça."

Para mais informações:

Enviado por Luiz Carlos em Seg, 01/11/2010 - 14:15 , em

O Companheiro Joper Padrão, oportunamente, encaminhou artigo sobre a Prova Quádrupla, publicado na Revista Brasil Rotário, edição de maio de 1988, páginas 7 e 8, postado pelo Companheiro Euro na Lista Amigos-comPadrão. Segue abaixo, o artigo.

A PROVA QUÁDRUPLA

 

Os filósofos e os cientistas têm seus critérios para avaliação e comprovação da verdade. O Rotary também seus próprios critérios para avaliação do que "Pensamos, falamos e Fazemos".  É a famosa "Prova Quadrupla, instituída em 1943, por resolução do Rotary International, incorporando as experiências levadas a efeito pelo companheiro Herbert John  Taylor no Club  Aluminium Company, desde 1932. Os direitos autorais foram entregues ao Rotary International, quando Herbert John Taylor, ocupou a presidência no ano rotário 1944-1945.

Eis seu conteúdo:

É A VERDADE?

A pergunta leva-nos , de forma incoercível (que não pode ser coagido: Irreprimivel), há mais de  dois mil anos atrás, por ocasião do julgamento de Cristo. Quando Pôncio Pilatos inicia o interrogatório, Jesus proclama: "Eu nasci e vim ao mundo para dar destemunho da verdade". Mas é interrompido, abrupta e autoritariamente, com desprezo, superioridade e escárnio pelo interrogador que pergunta: - Qui est veritas?  A mesma pergunta  que por mais de dois mil anos nós nos repetimos, sempre que sentimos   nossos privilégios ameaçados, nossos interesses contrariados, nossa  vaidade ofendida, nosso orgulho ferido: O QUE É A VERDADE? É como Pilatos, com o Cristo ao alcance da voz, das mãos e do olhar, não nos damos conta que estamos face a face com a verdade. Bastaria abrir  os olhos, estender as mãos para senti-la  "Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida." Continuamos a repetir a voz, o gesto e a atitude de Pilatos, insistindo em procurar a verdade segundo nossos interesses, apetites, presunção e orgulho. E o mundo todo, países e governantes, buscam a verdade conforme seus interesses econômicos e ideológicos, de superioridade e hegemonia, importa mais a sociedade de consumo, o lucro a utilidade materialista e imediatista. Ou a compulsão (ato de competir) ideológica.Procura inútil e trabalhosa, enquanto não se cumprir a profecia de São João Batista: "Conhecereis a Verdade, e ela vos libertará".

É JUSTO PARA TODOS OS INTERESSADOS?

Não se indaga se é apenas justo, mas justo para todos os interessados. Os romanos com o seu agudo senso jurídico, definiram a justiça com o  - dar a cada um o que é seu - acrescentando que os princípios da justiça seriam: Viver honestamente, não lesar a ninguém e dar a cada um o que é seu. Aí estão os princípios fundamentais da justiça, para se alcançar a justiça social, cujo melhor indicador é o (salário justo) e não o  "salário mínimo". Convém lembrar, por oportuno, que justiça e paz são dois termos de um binômio. Não há justiça sem paz; nem paz sem justiça. Eis  por que não basta ser justo, para alguns, mas justo para todos os interessados.

CRIARÁ BOA VONTADE E MELHORES AMIZADES?

O nascimento de Cristo foi saudado pela voz dos anjos, na frase conhecida universalmente: "Glória a Deus nas alturas e Paz na Terra aos homens de boa Vontade" O que seria "boa vontade"? Intenções elevadas, boas intenções, desejo sincero de fazer o bem, agir com o coração aberto, sem más intenções ou desejos. Cooperar, espontânea e dedicadamente ,  expressão no slogan significativo dos rotarianos - "Dar de Si, antes de pensar em si. Não seria temerário, no entanto, lembrar o brocardo (sentença, provérbio, axioma). Importa que essa boa vontade se exteriorize e se concretize em ações, em gestos concretos, sem o que seria apenas manifestação retórica (arte de bem falar; conjunto de réguas relativas à eloqüência), vazia inútil, infértil. O desenvolvimento do companheirismo é um dos princípios fundamentais do Rotary. Discute-se muitas vezes, se companheirismo e amizade seriam uma só atitude. Ou se o companheirismo é mais que a amizade. Ou se a amizade representa um grau de qualificação do companheirismo. A amizade seria o sentimento de fiel afeição, simpatia, estima ou ternura entre duas pessoas  geralmente sem laços de família ou amor. A base da amizade é a confiança recíproca. Não importa aprofundar a discriminação, mas sim aceitar que companheirismo e amizade  estão ligados indissociavelmente, como faces  de uma mesma moeda - a boa vontade.

SERÁ BENÉFICO PARA TODOS OS INTERESSADOS?

A quarta pergunta acrescenta uma indagação de ordem prática. É a coroação da ProvaQuádrupla. Não basta ser verdade, ser Justo, criar Boa Vontade e melhores Amizades. Impõem-se que o resultado afinal, além de todas essas vantagens evidentes, se traduza em benefícios para todos os interessados. Convém, no entanto desde logo, excluir os beneficios materiais, o pragmatismo (Doutrina filosófica que adota como critério da verdade a utilidade prática identificando o verdadeiro com o útil), o utilitarismo (sistema dos utilitários, isto é, o proveito acima de tudo) como seu escopo principal e único. Eles também são legítimos e convenientes, mas não como o objetivo final. BENEFICIAR é fazer o bem. E o bem nem sempre pode ser traduzido em termos materialistas. Enxugar uma lágrima. Provocar um sorriso. Aliviar um coração aflito. Ser solidário num momento de angústia, incerteza ou sofrimento. Parece-nos que este é o verdadeiro sentido da quarta indagação - servir. Mais se beneficia quem melhor serve  Servir beneficia a todos. Servir dá  alegria. A riqueza da Prova Quádrupla ainda não foi  desvendada, nem compreendida em toda sua extensão e profundidade. Impõem-se, permanentemente, confrontar nossos pensamentos, nossas palavras e nossas ações com aquelas perguntas simples e profundas. O exPresidente de Rotary International Chesterton dizia que todo pensamento que não se transforma em palavras é idéia inútil, perdida para sempre numa mera elucubração (estudo, invenção, criação literária) mental; que toda palavra que não se transforma em ação é palavra inútil, estéril, com penas levadas pelo vento.  A ação é a medida da idéia e da palavra. "Pelos frutos se conhece a árvore". A ação é que fecunda e fertiliza a palavra e a idéia. A ação é o coroamento do ideal de servir. A Prova Quádrupla destina-se incentivar a formação de melhores rotarianos, melhores cidadãos, melhores chefes de família, melhores amigos e companheiros. Enfim, melhores seres humanos.

O fim do homem é alcançar a plenitude de sua natureza e a PROVA QUÁDRUPLA é poderoso instrumento para se alcançar tão nobre objetivo. Será a ação que nos dará o critério e a medida da Verdade, da Justiça, da Boa Vontade e do Beneficio para todos os interessados.

Enviado por Luiz Carlos em Seg, 01/11/2010 - 07:34 , em

Já está disponível o Boletim Semanal N° 15 do Rotary RJ Ilha do Governador.


Caso não consiga ler o Boletim, clique aqui e visualize-o em texto corrido.

Enviado por Luiz Carlos em Sex, 29/10/2010 - 13:21 , em

O noticiário online R7 Notícias publicou matéria sobre recente estudo publicado nesta terça-feira (26) na revista médica Lancet tratando de avaliação feita em relação à nova vacina bivalente contra a pólio. A notícia completa segue abaixo.

Uma nova vacina contra dois tipos do vírus da poliomielite se mostrou mais eficaz do que as vacinas simples e trivalente, segundo estudo publicado nesta terça-feira (26) na revista médica Lancet.
Cientistas da OMS (Organização Mundial da Saúde) disseram que as pesquisas sobre a vacina oral bivalente contra a pólio (bOPV, na sigla em inglês) mostraram que ela provocou uma "reação imunológica significativamente maior" do que as vacinas tríplices, segundo o pesquisador Roland Sutter.
- A principal vantagem da bivalente é que ela é muito eficaz contra os vírus da pólio tipo 1 e tipo 3 ao mesmo tempo.
A nova vacina oral contra a paralisia infantil é produzida para os programas de vacinação da OMS por vários laboratórios, inclusive o britânico GlaxoSmithKline e o indiano Panacea Biotec.
- O impacto já está sendo muito forte na Índia e na Nigéria, onde os casos caíram a níveis baixíssimos neste ano.
Em 1988, quando a OMS e seus parceiros criaram a Iniciativa Global para a Erradicação da Poliomielite, a doença - que atinge principalmente crianças com menos de 5 anos em áreas sem saneamento básico - era endêmica em 125 nações e paralisava quase mil crianças por dia.
As vacinações em massa com a antiga vacina trivalente ajudaram a reduzir o número de países em situação endêmica a apenas quatro: Afeganistão, Paquistão, Índia e Nigéria.
No estudo, realizado de agosto a dezembro de 2008, Sutter e seus colegas analisaram dados de 830 recém-nascidos em três centros de saúde da Índia que receberam as vacinas monovalente, bivalente ou trivalente, sempre em duas doses (ao nascer e 30 dias depois).
A análise dos anticorpos em amostras sanguíneas mostrou que a bivalente era mais eficiente no combate aos tipos 1 e 2 do que as vacinas monovalente e trivalente.
Em comentário na Lancet, os especialistas australianos Nigel Crawford e Jim Buttery disseram que a vacina bivalente já está comprovando sua eficácia na Índia, onde tem sido usada em larga escala. Segundo eles, o número de novos casos no país caiu de 260 em 2009 para 32 neste ano.
Mas eles alertaram que a crise financeira global deixou os programas de imunização com uma preocupante falta de verbas.
- O plano de ação da erradicação da pólio - com a bOPV como peça central - conta com apenas 50% de financiamento para 2010-12.
Eles estão cobrando também um "esforço concentrado final, tanto local quanto mundialmente."

Fonte: Copyright Thomson Reuters 2009.

Enviado por Luiz Carlos em Sex, 29/10/2010 - 08:01 , em

Children in Afghanistan, shown here, were vaccinated against polio earlier this month. WHO will begin a vigorous campaign by giving children polio immunizations in 15 African nations this week.

Crianças no Afganistão foram vacinadas contra a pólio no início deste mês. A WHO (Organização Mundial para a Saúde começará, esta semana, intensa campanha de imunização para crianças, em 15 países africanos. (Foto: Jalil Rezayee / EPA)

A World Health Organization (Organização Mundial para a Saúde) tem como objetivo vacinar esta semana 72 milhões de crianças africanas, menores do que 5 anos de idade, por meio de visita porta a porta, em uma nova investida para a erradicação da polio (veja neste link "....and Rotary International’s commitment to raise funds to protect all children from the disease.").

A doença é considerada erradicada no oeste da África, exceto na Nigéria, que nunca possibilitou eliminar a doença por causa de oposição à vacinação. Isto provocou a disseminação da doença para 24 outros países africanos nos anos recentes, sendo registrados 58 casos da doença na Libéria, Mali, Angola e República Democrátic do Congo, nos últimos seis meses.

Fonte: Los Angeles Times

Enviado por Luiz Carlos em Qua, 27/10/2010 - 06:22 , em