Rotary RJ Ilha do Governador

O Rotary Faz a Diferença

Rotary Guarani recebe convidados e apresenta a entidade

Palestra sobre o RotaryNa última quinta-feira (24), o Rotary Club de Marechal Cândido Rondon Guarani realizou uma reunião especial para alguns convidados com uma explanação do que é o Rotary.

A palestra foi conduzida pelo companheiro Rodrigo Glesse, que contou a história do Rotary, de sua criação até os números atuais, com 1,2 milhão de sócios, presentes em 210 países, mais de 35 mil clubes e com cadeira cativa na Organização Mundial das Nações Unidas (ONU).

Após a apresentação, os companheiros também puderam expressar o que o Rotary significa para cada um deles, tendo como principais afirmações: companheirismo, ética, profissionalismo, ações sociais, fazer o bem, união de forças, amizades. Para Glesse, companheiro também responsável pela pasta Fundação Rotária, o Rotary é um grupo de líderes profissionais, comprometidos com a ética, que se unem em busca de uma sociedade melhor.

Ele destaca que um dos grandes diferenciais do Rotary frente a demais sociedades organizadas é a Fundação Rotária. Ela foi criada há 100 anos por Arth Klumph, quando numa iniciativa ele fez a primeira doação para criar a Fundação, eram exatos U$S 26,50. Hoje, a Fundação Rotária já recebeu mais de U$S 3 bilhões de dólares em doações e voltou seus esforços para a prevenção de doenças e resolução de conflitos, mantém seis Centros Rotary pela paz em quatro continentes, além de sustentar e subsidiar projetos sustentáveis.

O grande diferencial da Fundação Rotária é a aplicação dos recursos, 91% do que é arrecado é utilizado nos projetos. Tanto é que a Fundação Bill e Melinda Gattes investe parte de seus recursos na Fundação Rotária, por ser mais eficiente, ressalta Rodrigo.

#Endpolionow

Ainda na explanação, o companheiro destacou o maior projeto global de prevenção de doenças contra a Poliomielite, que nesse ano usa a tag #Endpolionow. “Em 1988, quando o Rotary, através de Fundação, começou a atuar nos esforços de vacinação eram 350 mil casos da doença por ano. Em 2017, tivemos o registro de apenas 13 casos, frente a 37 do ano de 2016”, pontua.

Porém, por maior que tenha sido a redução no número de casos, diz Rodrigo, é fundamental continuar a vacinação para que a epidemia não retorne. “Há uma estimativa de que se as crianças não recebessem mais as vacinas nós teríamos para os próximos dez anos cerca de 200 mil novos casos ao ano.”

Para finalizar o encontro e conscientizar os convidados e companheiros da importância da luta contra a doença, foi exibido um vídeo de Paul Alexander, que vive em Dallas, nos Estados Unidos, um dos últimos sobreviventes da pólio que necessita de um pulmão de ferro para sobreviver.

“Com a doença, todos os músculos do pescoço para baixo foram paralisados, inclusive seu diafragma. Com isso, ele vive em uma máquina, onde apenas sua cabeça está de fora. Mas Paul teve uma vida plena, formou-se em direito, obteve seu registro na ordem e mantém uma ativa carteira de clientes. Somente utilizando-se da boca escreveu uma biografia relatando como foi sua vida atrelada à máquina. Seu maior temor é o retorno de uma epidemia de pólio. Basta uma criança contaminada em um ambiente com pequenos não imunizados que podem jogar anos de esforços no lixo”, conta Glesse.

Conforme Rodrigo, fazer parte da história do Rotary é muito significativo. “É muito rico poder fazer parte disso. Por mais que realizemos inúmeras ações em nossa comunidade, sem o Rotary não faríamos parte de um projeto tão gigantesco e importante como esse”, finaliza.

Fonte: O Presente Digital

Enviado por Rotary RJ Ilha ... em Ter, 05/12/2017 - 09:33 , em