Rotary RJ Ilha do Governador

O Rotary Faz a Diferença

As crianças em primeiro lugar

A publicação de Rotary International, Global Outlook do mês de maio trata do apoio às crianças do mundo, visando a  redução da mortalidade infantil. A seguir, alguns trechos da publicação, em tradução livre. Vivemos em um mundo no qual o espantoso número de 9,2 milhões de crianças morrem antes de completar cinco anos, o que significa dizer que mais de 1.000 crianças morrem a cada hora. Desde 1960, a taxa de mortalidade infantil, de crianças abaixo de cinco anos decresceu mais do que 60%. Mas isto não é o suficiente. A Organização das Nações Unidas tem como objetivo em seu planejamento, salvar pelo menos 5,4 milhões de crianças a mais até 2015, como parte do suas Metas de Desenvolvimento do Milênio. A realidade de que um grande número de vidas pode ser salva facilmente, nos leva a ter bastante esperança. Cera de 70 % das mortes prematuras são atribuídas a seis causas que podem ser perfeitamente preveníveis (veja o quadro). As intervenções básicas para tratar muitas destas causas - alimentação rica em nutrientes, vitaminas e minerais; vacinas e leitos desifectados - custam poucos centavos por criança, por dia, de acordo com dados da Organização Mundial de Saude. Outras medidas tais como cuidados ao amamentar e alteração de hábitos durante e depois do parto, envolvem educação e apresentam baixo, ou nenhum custo. A ênfase especial para 2008-2009 do Presidente de Rotary International, Dong Kurn Lee, sobre redução da moratilidade infantil tem inspirado Clubes e Distritos de Rotary a iniciar novos projetos. Em 2008, mais da metade de todos os Projetos de Saude do Serviços às Comunidades Mundiais foram centrados em esforços que reduzem a mortalidade infantil, envolvendo clínicas médicas, treinamentos em cuidados com a saúde e nutrição, de acordo com o banco de dados do ProjectLINK, de Rotary International. "Nós sempre tivemos projetos de ajuda a crianças," disse o ex- Diretor de RI Barry Rassin, um administrador hospitalar em Nassau, Bahamas, e membro, juntamente com os ex-Diretores Rudolf Hörndler e Kalyan Banerjee, da Equipe de Coordenação da Ênfase Sobre Mortalidade Infantil de RI. "O Presidente Lee nos pediu para focar nesta ênfase de uma forma completa." Muitos grupos estão dedicando suas atenções para as complicações neo-natal. A UNICEF relata que condições de saude dos recem-nascidos, tais como partos prematuros, infecções, asfixia e problemas de amamentação, estão entre as maiores causas de mortalidade de crianças abaixo de cinco anos de idade, contribuindo com 37% das mortes. Quatro milhões de crianças morrem em seu primeiro mês de vida, sendo que metade destas perdas ocorre no primeiro dia de vida. A ligação entre a mãe e seu filho, nos primeiros dias de vida é fator crítico na maior parte das comunidades. Recentes desenvolvimentos de drogas antiretrovirais e outras medidas, teem ajudado a evitar a transmissão do HIV/AIDS da mãe para o filho - uma causa significativa de mortes entre os jovens na África. Não somente a AIDS tem deixado uma geração de crianças africanas sem suas mães, mas os bebês sobreviventes que são colocados em orfanatos defrontam-se com condições de vida inóspitas que dobram o risco de morte. O parto, por si só, representa-se perigoso para as mães na maior parte do mundo. Hoje, algo próximo de 529.000 mulheres morrem durante o parto, "exatamente o mesmo número verificado desde 1987," informa o Dr. Francisco Songane, diretor dos Parceiros na Saude Maternal, de Recem-nascidos e da Criança, junto à Organização Mundial da Saude. Songane, que foi Ministro da Saude de Moçambique, acredita que igualdade e oportunidade econômica são fatores contribuintes para tais números. "A jovem mulher trabalha até o dia do parto. A maior parte das vezes constituem-se no ganha-pão das famílias."

Enviado por Luiz Carlos em Qui, 11/06/2009 - 13:48 , em