Rotary RJ Ilha do Governador

Rotary a Serviço da Humanidade

Rotary a Serviço da Humanidade

Conseguir novos associados é fácil. O difícil é mantê-los no clube por um longo período. O Rotary Clubde Evanston, EUA, tem usado diversas estratégias para ajudar os novos rotarianos a se sentirem conectados. “Eles precisam estar envolvidos e ter responsabilidades”, diz o presidente do clube, Wally Bobkiewicz. “Todo novo associado é convidado a integrar pelo menos uma comissão.”

Bobkiewicz também delega tarefas a novos associados nas reuniões semanais, como receber os companheiros ou servir como diretor de protocolo, e os incentiva a participarem de eventos ou projetos humanitários.

“Está funcionando”, diz ele. Desde dezembro, o clube de 98 anos cresceu em 10%, totalizando 48 associados. Uma das novas associadas é Cindy Beebe, agente federal aposentada, que agora administra sua própria empresa de segurança.

Beebe inscreveu-se prontamente à comissão de jardinagem. Ela recebeu um kit de boas-vindas, uma lista de associados e um folheto sobre o clube. Beebe disse que a lista, que inclui nome, foto e ocupação de cada associado, foi o presente mais útil. “Geralmente, lembro-me bem dos rostos, mas não dos nomes das pessoas”, ela admite.

Outra estratégia que Beebe e Bobkiewicz consideram útil é realizar eventos sociais que incluam os novos rotarianos.

“Esse grupo se diverte!”, diz Beebe. “Não é só se sentar para uma refeição e ouvir alguém falar. Nós aprendemos coisas novas e há várias atividades para fazermos fora do horário regular, como um encontro recente que tivemos em um pub irlandês.”

Fonte: Rotary Leader - Julho 2016

Enviado por Luiz Carlos em Ter, 19/07/2016 - 10:00 , em

Quando foi a última vez que foi constatada a poliomielite na Europa? Se você disse 2002, errou; este não foi o ano em que a região foi certificada como livre da pólio. A última vez que a pólio afetou uma criança na Europa foi no verão passado. Em 2015, duas crianças ucranianas foram diagnosticadas com paralisia devido à poliomielite e, dada a forma como a doença se manifestou, isto pode significar muito provavelmente que elas foram infectadas e não apresentaram sintomas. Pelo menos uma agência de notícias ocidental considerou o surto como "louco" - mas a realidade é que não há lugar na Terra que esteja a salvo da pólio até que a doença seja erradicada em todos os lugares.

A Ucrânia tinha vacinado apenas 50 por cento de suas crianças contra a poliomielite, e as baixas taxas de imunização são uma receita para um surto. Neste caso, uma mutação rara na estirpe enfraquecida usada na vacina oral contra a poliomielite foi capaz de se espalhar por muitas crianças que não foram vacinados. Para pará-lo de progredir, o país precisava administrar 5 milhões a 6 milhões de vacinas por meio de um programa de emergência. Mas como recentemente, até março, a capacidade da Ucrânia para fazer isso permaneceu sob questão.

Encontrar casos de pólio fora do Afeganistão e do Paquistão, os únicos países que ainda têm de erradicá-la, não é incomum. Em 2014, pouco antes da Copa do Mundo chegaram viajantes de todo o planeta para o Brasil, o país identificou o poliovírus no sistema de esgoto no Aeroporto Internacional de São Paulo, Viracopos. Usando testes genéticos, funcionários atribuíram sua origem à Guiné Equatorial. Os esforços de vacinação regulares do Brasil impediram a doença de aparecer além das portas do aeroporto.

Esses são exemplos frustrantes para os milhares de pessoas em todo o mundo que trabalham para erradicar a pólio. A luta já percorreu um longo caminho, mas está longe de terminar. E enquanto muitos envolvidos no esforço dizem que podem detectar o último caso natural de pólio ainda este ano, chegar a esse ponto - e garantir que a doença permanece desaparecida - continuará a exigir dinheiro, trabalho duro, e o apoio dos rotarianos ao redor do mundo.

ENCONTRAR A PÓLIO

Um dos aspectos mais importantes da luta para erradicar a pólio está em detectar onde a doença está presente. Esta vigilância contínua é complicada e caro. Noventa por cento das pessoas infectadas com o vírus não apresentam sintomas, e algumas normalmente têm sintomas leves, como febre, fadiga e dores de cabeça. Apenas um em cada 200 casos da doença resulta em paralisia, o que significa que para cada criança com sinais de paralisia, várias centenas são portadores da doença e podem não mostrá-los.

Mas nem todos os casos de paralisia são causados pela poliomielite. Outros vírus que podem ser responsáveis pelos sintomas da poliomielite do tipo conhecido como paralisia flácida aguda incluem a encefalite japonesa, Nilo Ocidental, Guillain-Barré, e Zika. Para determinar se um paciente tem a pólio, os médicos devem recolher uma amostra de fezes e enviá-la a um laboratório para testes.

Para encontrar os pacientes que não apresentam sintomas ou não foram encaminhados para uma clínica, o Rotary e seus parceiros na Iniciativa Global de Erradicação da Pólio (GPEI) - Organização Mundial de Saúde, os Centros dos EUA para Controle e Prevenção de Doenças, UNICEF, e Fundação Bill & Melinda Gates - criaram amostragem ambiental nas áreas que são mais suscetíveis à doença. Quinze a vinte países ainda estão em alto risco, apesar de ter erradicado a doença. Porque o poliovírus é mais facilmente detectado, e mais facilmente encontrado, através de fezes, pesquisadores colhem amostras dos sistemas de esgoto e, em lugares que não têm infraestrutura de esgoto, dos rios e calhas abertas.

O GPEI desenvolveu uma rede de 145 laboratórios em todo o mundo que podem identificar a doença, e o Rotary tem desempenhado um papel de liderança no apoio a estas instalações. Mas vigilância ambiental regular é "logisticamente não tão fácil de fazer e é relativamente caro. Ela adiciona um fardo considerável para os laboratórios para processar as amostras de esgoto", diz Stephen Cochi, assessor do diretor da Divisão de Imunização Global, no CDC. "Custa dinheiro real para manter essa rede operacional, e essa rede de laboratórios é a rede de doença infecciosa, state-of-the-art,  mais altamente sofisticada no mundo. Os rotarianos devem se orgulhar disso - é a rede número 1, sem comparação".

Como parte deste sistema de laboratórios, o Rotary ajudou a financiar pequenos laboratórios locais e mais sofisticados que estão tentando manter o controle das variações genéticas complicadas da doença. Esses laboratórios testam geneticamente o vírus da pólio e seguem como ele muda e como ele se espalha. Todos os vírus sofrem mutação para confundir o sistema imunológico humano, mas o poliovírus é notório por fazê-lo em uma taxa rápida. Isto torna mais fácil para controlar as alterações genéticas do vírus, embora o processo, vital para o esforço de erradicação, seja caro e irá precisar de financiamento contínuo. Foram esses laboratórios especializados que permitiram que as autoridades brasileiras rastreassem o vírus que encontraram no seu aeroporto, vindo da Guiné Equatorial.

"Cada vírus tem uma impressão digital", diz Cochi, e isso é uma ferramenta essencial para monitorar como o vírus está se movendo ao redor do mundo.

A vigilância é a chave para o sucesso, diz Michel Zaffran, diretor de erradicação da pólio da OMS. "Precisamos ir e investigar cada caso de paralisia, colher amostras e analisá-lo. Este nível de vigilância deve continuar em todos os lugares que já não têm a poliomielite, para se certificar de que estão realmente livres da pólio. Este é um custo oculto para o programa que as pessoas não percebem e é absolutamente necessário para manter".

VACINAR, VACINAR, VACINAR

O aparecimento de pólio na Ucrânia no ano passado é um exemplo perfeito de por que as campanhas de vacinação são essenciais - e não só no Afeganistão e no Paquistão. A vacinação em grande escala é um enorme empreendimento que exige dinheiro, bem como milhares de voluntários no terreno. E em locais onde os programas de vacinação têm sido bem sucedidas, o desafio agora é para localizar e vacinar essa pequena porcentagem de crianças que foram perdidas.

A vacina em si não é o maior gasto em uma campanha de vacinação (na verdade, o Rotary raramente financia vacinas). É a distribuição da vacina - transporte e de pessoal, por exemplo - que custa tanto. Em janeiro, o dinheiro doado por rotarianos cobriu os custos de uma campanha de vacinação em Cameroun que envolveu 34.000 vacinadores e 21.000 veículos, que os voluntários usaram para chegar aos bairros e viajar de casa em casa para administração da vacina. Os fundos também foram para mais de 3.700 locutores e 45 spots de rádio no Chade, para mais de 14.000 guias locais e 500 líderes de clãs para garantir que os filhos de nômades fossem vacinadas na Etiópia, e para fornecer treinamento e apoio para vacinadores voluntários em 60.000 comunidade no Afeganistão.

"Eu acho que às vezes as pessoas não percebem a dimensão do que essas campanhas de vacinação são realmente", diz o Chair do Comitê Internacional Pólio Plus, Michael K. McGovern. "Rotary e seus parceiros administraram 15 bilhões de doses desde 2000. Temos imunizados 2,5 bilhões de crianças. Repetidamente atingir as crianças para aumentar os seus níveis de imunização é uma iniciativa muito pessoal e intensiva."

A campanha de vacinação é assustadoramente complexa. As contribuições dos rotarianos pagam o planejamento por especialistas técnicos, os esforços de comunicação em larga escala para conscientizar as pessoas sobre os benefícios da vacinação e as datas das campanhas, e o apoio de voluntários para ir de porta em porta nas grandes cidades, bem como em áreas remotas que podem não aparecer em qualquer mapa. Por vezes, inclui superar a desconfiança do governo local ou de fora e negociar com uma doutrina religiosa complicada. E isso significa tentar compreender os movimentos de populações nômades ou de pessoas expulsando os agentes para fora de suas casas por causa da agitação. Independentemente de como eles vivem suas vidas, cada uma dessas crianças devem ser vacinadas. O GPEI abordou algumas destas questões através da criação de pontos de vacinação em áreas de trânsito de alto tráfego, tais como estações de trem ou terminais de ônibus.

"No norte da Nigéria, por exemplo, quando há distúrbios, a população tende a mover-se para fora das áreas perigosas", diz Zaffran da OMS. "Então, nós acompanhamos atentamente quando uma determinada área é acessível e quando não é. Se Boko Haram estava conflagrada, nós não vacinamos, mas no momento em que estava em uma situação mais tranquila faríamos um entra e sai - uma ação do tipo vacinar e correr. Estar presente por um curto período de tempo e sair ".

O GPEI cria esquemas logísticos detalhados para as equipes de vacinação, que são constantemente aperfeiçoadas para garantir que cada criança seja atingida. Em um processo chamado mapeamento social, os profissionais de saúde se reúnem com moradores de áreas remotas ou de conflito e pedem-lhes para identificar a sua área, comparando-a com mapas e outros dados para tentar encontrar assentamentos que podem ter sido perdidos. No topo do desafio de descobrir aldeias anteriormente desconhecidas ou a dificuldade em garantir que cada casa em uma cidade seja visitada por voluntários, há a complicada tarefa de negociar as crenças religiosas ou culturais que podem impedir as pessoas de concordar em ser vacinadas. Esta é uma das áreas em que o Rotary tem se destacado, quando rotarianos locais assumiram a tarefa de ajudar a vacinar os seus vizinhos.

De acordo com Reza Hossaini, chefe dos esforços de erradicação da pólio da UNICEF, vacinadores em campo têm desenvolvido relações com líderes locais para identificar o que a população local quer e precisa. Essas relações têm construído a confiança suficiente para superar a "forte resistência interna", que vacinadores encontraram no passado. Mas este nível de detalhe na compreensão das razões psicológicas que uma comunidade seria avessa à vacinação requer habilidade científica, tecnológica e social, bem como encontrar vacinadores que atendam às necessidades específicas de cada comunidade.

APÓS O ÚLTIMO CASO

Mesmo se o último caso de pólio seja identificado este ano, uma enorme quantidade de trabalho permanecerá para garantir que ele permaneça desaparecido.

A vacinação vai continuar e precisa ser financiada. Nas áreas onde a pólio ainda existe e muitas das áreas onde foi recentemente erradicada, as vacinas contêm uma versão ainda viva do vírus enfraquecido, que é muito mais eficaz do que um vírus morto na proteção de surtos às comunidades, criando o que é conhecido como imunidade de rebanho. É também mais barato de fabricar e distribuir e, porque ela é administrada por via oral, muito mais fácil de administrar do que a vacina da poliomielite injetável (IPV).

Mas, enquanto a vacina com vírus vivo reduziu a pólio em mais de 99,9 por cento, ela carrega um pequeno risco. O vírus vivo enfraquecido dentro de uma vacina pode, raramente, se transformar de volta para uma forma virulenta. Onde a cobertura vacinal é baixa, ele pode infectar populações, mesmo em países que foram certificados como livres da pólio, como a Ucrânia. Para evitar esta situação, uma vez que o vírus foi certificado como erradicado, todas as vacinas de vírus vivo em todo o mundo será destruída e substituída com IPV, que não contém o vírus vivo. Esta vacina será distribuída, e os trabalhadores de cuidados de saúde serão treinados para aplicar injeções, um processo que já começou. A comunidade de combate à poliomielite ainda vai precisar vacinar centenas de milhões de crianças a cada ano até que o mundo seja certificado como livre da pólio. Por esse tempo, a vacinação contra a pólio terá se tornado parte de programas de vacinação de rotina em todo o mundo.

Uma vez que o último caso de poliomielite esteja constatado, serão necessários três anos, para assegurar que o último caso é, de fato, um caso final. Isso significa que, se o último caso for verificado este ano, todos esses programas continuarão a precisar de financiamento e voluntários até 2019, a um preço de US$ 1,5 bilhões que serão financiados por governos e doadores como o Rotary. Isso é em adição às contribuições já realizadas pelos rotarianos em mais de US $ 1,5 bilhão para a causa até agora.

"Estamos muito perto. Nós temos uma redução de 99,9 por cento em pólio. Mas nós não chegamos lá ainda", diz John Sever, vice-presidente da Comissão Internacional Pólio Plus do Rotary, que faz parte dos esforços de erradicação desde o início. "Os rotarianos e outros têm de continuar a trabalhar. As pessoas vão naturalmente dizer, 'Bem, parece ser basicamente que a pólio se foi, então vamos passar para outras coisas", mas o fato é que não se foi, e se seguirmos em frente e não concluirmos o trabalho, nós estaremos nos propondo a ter a doença de volta logo."

"O Rotary estava lá no início", diz McGovern. "Seria lamentável se Rotary não estiver lá na linha de chegada. Nós fizemos muito, fizemos muito progresso para a erradicação antes de terminar".

Enviado por Luiz Carlos em Dom, 17/07/2016 - 10:29 , em

A obra concluída possui 800 metros quadrados e levou nove meses para ser entregue. No total foram investidos R$ 1 milhão obtidos através de doações, faltam mais R$ 600 mil para equipar os 22 leitos.

Dentista de formação, mas adotou a carreira de construtor, o empresário Hélio Morales Leal conseguiu fazer milagre construindo 800 metros quadrados de obras ao custo de R$ 1 milhão.

Durante nove meses o empresário Hélio Morales Leal dedicou quatro horas do dia para acompanhar uma obra de alvenaria, construída como qualquer outra. Foram utilizados; tijolos, ferro, areia, cimento, piso, entre outros materiais de construção.

Entretanto essa foi diferente. Além desses materiais foram empregados também; dedicação, carinho, solidariedade e muita boa vontade. Essa soma de produtos e esforços resultaram numa equação de amor e respeito ao próximo que materializou a construção de 10 apartamentos com 22 leitos destinados à ala de internação do setor de oncologia do Hospital Auxiliadora, que atenderá pacientes de Três Lagoas e região do Sistema Único de Saúde (SUS).

A obra teve um orçamento de R$ 1 milhão, investidos na construção de 10 apartamentos, com 22 leitos com estrutura de um hospital de referência.

Por traz desse desafio estava o Rotary Clube Três Lagoas, enquanto Morales seguia na linha de frente. A soma de solidariedade da sociedade mostrou que quando existe boa vontade e determinação é possível ter um resultado positivo.

DESAFIO CUMPRIDO

Os esforços do Rotary e a ajuda de benfeitores já beneficiaram a sociedade três-lagoense em outras ocasiões, como a construção da sede da Rede Feminina de Combate ao Câncer, entregue no ano passado.

Agora outro desafio está cumprindo. Com a conclusão da ala de internação, o Rotary Clube Três Lagoas presenteia a população da cidade e região com a conclusão da obra que atenderá o Setor de Oncologia do Hospital Auxiliadora. Para que isso ocorresse foi montada uma comissão e ficou à responsabilidade de Hélio Morales a presidência, que através de parcerias criou uma rede de solidariedade que conseguiu captar recursos na ordem de R$ 1 milhão. Desse montante, R$ 100 mil, foram doados pela Câmara Municipal, enquanto R$ 60 mil provenientes do Motoshow. O saldo restante foi arrecadado por meio de doações de empresários de Três Lagoas e demais instituições.

Para falar sobre o empreendimento, Morales recebeu a reportagem do Perfil News e mostrou os detalhes finais da obra iniciada há nove meses. A construção contou com o trabalho de 15 colaboradores. O que chama a atenção é a dimensão da construção levando em conta o valor gasto. Se fosse comparado ou administrado como uma obra pública a verba ultrapassaria a casa de R$ 2 milhões.

ALA INTERNAÇÃO

No total foram construídos dez apartamentos, de um, dois ou três leitos, sala de recuperação, recepção. Juntamente com a estrutura para os profissionais, com posto de enfermagem, sala de médicos, área de serviço e etc. Tudo isso foi edificado em um espaço de 800 metros quadrados.

Aproximadamente 95% da utilização dos apartamentos serão para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), em quartos que atendem todas as exigências da Vigilância Sanitária, e oferecem o máximo de conforto e comodidade. A ala foi edificada para se tornar referência do Setor de oncologia no Mato Grosso do Sul.

As instalações são semelhantes, e em alguns casos bem melhores do que muitos hospitais particulares, basta dar uma volta pelo local para confirmar essa realidade. “Tudo que tem de bom em uma Ala de internação de grandes centros e hospitais modelo, terá aqui”, destaca Hélio.

MOTIVAÇÃO

Morales explica qual a motivação para realizar esse trabalho filantrópico: “Tenho uma briga pessoal contra essa doença: o câncer levou minha mãe e outros familiares. Então decidi ajudar as pessoas que sofrem também com este problema”.

Pelo menos quatro vezes por dia Hélio visitava a obra para acompanhar o andamento da construção. “Dediquei-me a essa construção, não é porque não estou ganhando ou tendo lucros que me dedicarei menos que um trabalho particular”.

“Não tem descrição esse sentimento, é uma imensa satisfação pessoal. As pessoas chegam aqui e perguntam como você fez tudo isso, eu respondo – não sei, mas fizemos, porque tudo isso é fruto de cada um que colaborou de alguma forma.” — Hélio Morales - Construtor.

O compromisso do Rotary era entregar concluídas as instalações da Ala, porém o construtor afirma que o trabalho agora vai um pouco além. “Nossa missão era entregar o prédio pronto e ele está. Entretanto, agora vem à parte de equipar os quartos, mas o hospital passa por um momento delicado financeiramente, não posso parar aqui. Vou ajudar na aquisição desses equipamentos”, disse.

“Felizmente contamos com a colaboração de várias pessoas que ajudaram a erguer esse sonho. Ao contrário, do que muitos pensam tem muita gente querendo ajudar, mas faltam fontes seguras, que as pessoas possam confiar para contribuir”, ressaltou.

DOAÇÕES CONTINUAM

O valor estimado para as aquisições dos equipamentos que serão utilizados nos dez quartos construídos é de cerca de R$ 600 mil. O Rotary já está contatando pessoas para levantar essa verba e finalizar o setor de internação da oncologia.

Quem quiser ajudar com doações para a compra dos aparelhamentos dos leitos, pode procurar o Rotary Clube Três Lagoas, ou o próprio Hospital Auxiliadora.

Para a irmã Dolphina de Jesus Silva, de 83 anos, e 60 deles dedicados ao compromisso com Deus, não há palavras para agradecer. “É uma obra abençoada, esses pacientes merecem esse conforto na hora do tratamento dessa doença tão cruel. O nosso muito obrigado a todos que ajudaram”, ressaltou a irmã.

TRABALHO FILANTRÓPICO

Hélio comenta quando vai dar por encerrado seu trabalho à frente da construção da Ala. “Só vou dizer missão cumprida quando ver os primeiros pacientes serem internados”.

O construtor disse como é a sensação ao ver o trabalho de vários meses virando realidade. “Não tem descrição esse sentimento, é uma imensa satisfação pessoal”.

“As pessoas chegam aqui e perguntam como você fez tudo isso, eu respondo – não sei, mas fizemos, porque tudo isso é fruto de cada um que colaborou de alguma forma.”

Ele afirma ainda que ainda tem mais uma missão, a ser realizada, será a construção da Rede Feminina Infantil de Combate ao Câncer de Três Lagoas. A fachada da entrada do Instituto do Câncer de Três Lagoas que também foi construída com apoio da sociedade.

 

 Dentista de formação, mas adotou a carreira de construtor, o empresário Hélio Morales Leal conseguiu fazer milagre construindo 800 metros quadrados de obras ao custo de R$ 1 milhão

 

A fachada da entrada do Instituto do Câncer de Três Lagoas que também foi construída com apoio da sociedade e inaugurada na terça-feira passada

 Até um jardim ornamentada com orquídeas e banquinhos ajudam a dar um clima mais harmonioso ao local

Um dos quartos na ala Laura Vicunha, que atende convênio e particular serviu de modelo para a construção dos apartamentos

Junto com Hélio Morales, a irmã Dolphina de Jesus Silva, de 83 anos, e 60 deles dedicados ao compromisso com Deus, como ela se auto define sua atuação no hospital

Além do Motoshow, evento como o Espeto Solidário, promovido pelo Rotary ocorrido em Fevereiro desta ano conseguiu arrecadar recursos para a construção. Na ocasião as irmãs do hospital foram ao Arena Mix prestigiar o evento e foram recebidos por Hélio Morales e Antonio Carlos

Empresário e odontólogo, porém a atual profissão que tem como “Hobby” é supervisionar obras, assim é a rotina de Hélio Morales que acompanha mais uma obra edificada no hospital

Outro jardim construído no centro da ala de apartamentos deixa o local com um aspecto mais agradável

 

Fonte: Perfil News - 23/06/2016 Fotos: Ricardo Ojeda

Enviado por Luiz Carlos em Sex, 01/07/2016 - 18:47 , em

O Rotary Family Health Days é o maior programa do grupo Rotarianos pela Saúde da Família e Prevenção da Aids (RFHA), que realiza uma campanha anual em quatro países africanos para tratar milhares de pessoas sem acesso à cuidados médicos. Desde seu lançamento em 2011, o programa já beneficiou mais de 1,1 milhão de pessoas na África do Sul, Nigéria, Uganda e em Gana.

Em fevereiro a RFHA, junto com rotarianos do Distrito 3040, expandiram o programa para a Índia para 25 locais do estado de Madhya Pradesh, atendendo a mais de 70.000 pessoas em três dias.

Leia a nossa entrevista com Alicia Michael, a próxima encarregada do programa.

Fonte: Rotary Serviços - Junho 2016

Enviado por Luiz Carlos em Sex, 01/07/2016 - 14:45 , em
Em reunião festiva dia 28 de junho de 2016 o Rotary RJ Ilha do Governador deu posse ao novo Presidente e seu Conselho Diretor para o período 2016-2017.

A cerimônia ocorreu no Salão de Festas Novos Ventos, do Iate Clube Jardim Guanabara, ocasião em que o Presidente 2015-2016, Luiz Carlos Alves, transferiu o comando do Clube ao Presidente Carlos Roberto dos Santos. Na oportunidade o Presidente Carlos Roberto apresentou os membros de seu Conselho Diretor que está assim constituído: Vice-Presidente – Hélio CAPELLA Velasco; Presidente da Comissão de Administração - PAULO de Souza PIRES; Presidente da Comissão do Quadro Associativo - MARCOS Antônio Alves; Presidente da Comissão de Imagem Pública - Luiz Carlos DIAS; Presidente da Comissão de Projetos Humanitários - WALTER Ferreira da Costa; Presidente da Comissão da Fundação Rotária - Luiz Carlos DIAS; 1° Secretário - ELISE Almeida Nogueira; 1° Tesoureiro - SÉRGIO Maurício FABRI; 1° Protocolo - Sylvio Augusto REGALLA JÚNIOR; Último Presidente - Luiz Carlos ALVES; Presidente Eleito 2017-2018 - MARCELO Manoel da Silva.

A reunião festiva foi abrilhantada pelos alunos da Escola Portfolio da Ilha do Governador, com apresentação de coral constituído a partir de projeto patrocinado pelo Rotary RJ Ilha do Governador, com participação da Fundação Rotária de Rotary Internacional. Estiveram presentes à cerimônia, Governadores do Distrito 4570, autoridades civis e militares e o Sócio Fundador, primeiro Presidente do Clube e Sócio Honorário, Antonio Carivaldo Pires. A decoração do salão foi muito bem planejada pela primeira dama Lígia, esposa do Presidente 2015-2016 Luiz Carlos Alves. Há que se destacar a saudação ao Presidente Carlos Roberto, feita pelo Companheiro José Ferreira dos Santos, que emocionou a todos os presentes.

A seguir são apresentadas imagens do evento.

 

 

Enviado por Luiz Carlos em Sex, 01/07/2016 - 12:29 , em

Na 42ª reunião do G7 realizada entre 26 e 27 de maio de 2016, em Ise-shima, Japão, os líderes mundiais discutiram as questões mais prementes no mundo hoje. Como parte de uma agenda ambiciosa de saúde global, iniciada pelo governo do Japão, os líderes do G7 discutiram a pandemia e a  resposta à emergência de saúde pública, à resistência antimicrobiana e à cobertura de saúde universal. A Declaração oficial dos líderes destacou a importância da erradicação da pólio e o compromisso dos líderes do G7 para com a pólio também foi refletida na visãode Saúde Global, em Ise-Shima. O G7 sublinhou as significativas contribuições que estão sendo feitas por ativos relacionados com poliomielite, recursos e infraestrutura para fortalecer os sistemas de saúde e atingir a cobertura de saúde universal. O relatório de progresso do G7, que reviu os compromissos assumidos em anos anteriores, também realçou progressos obtidos em direção a erradicação global, suas contribuições para este esforço e a necessidade de US$ 1,5 bilhões para alcançar a certificação global de um mundo livre da pólio.

Fonte:  Global Polio Erradication Initiative News - Maio 2016

Foto: Cortesia G7

Enviado por Luiz Carlos em Dom, 12/06/2016 - 10:10 , em

Homenagem a JoanildeO Rotary RJ Ilha do Governador, no último dia 31 de maio do corrente ano comemorou o Dia das Mães, em reunião festiva, com a presença de esposas dos associados, ocasião em que foi homenageada como mãe do ano a esposa do Companheiro Sylvio Regalla, a ex-companheira Joanide Rates Regalla. Joanilde foi saudada pela Companheira Laíse Cavadas Monteiro, do Rotary Clube RJ Guanabara-Galeão, ela que é esposa de nosso Companheiro José Fernandes Monteiro Jr.

Outro destaque da reunião foi a homenagem por Mérito Profissional prestada a Doutora Maria
 Angélica Rates Regalla, Doutora em Saúde Mental, ex-interactiana e ex-rotaractiana do Ilha do Governador. A homenagem prestada baseia-se nos relevantes serviços prestados pela Doutora Maria Angélica não só em ações desenvolvidas pelo Rotary RJ Ilha do Governador junto às comunidades insulanas, como também por trabalhos meritórios em sua profissão. A saudação à Doutoura Maria Angélica foi feita pelo Companheiro José Ferreira dos Santos. Justa e merecida homenagem.

Como ponto culminante da reunião foram empossados dois novos Companheiros: Sylvio Augusto Regalla Júnior, com a classificação Advocacia Comercial, apadrinhado pelo Companheiro Sylvio Augusto Regalla,seu pai e Water Ferreira da Costa, com a classificação Técnico em Manutenção de Aeronaves, apadrinhado pelo Companheiro Sérgio Mauricio Fabri.

Após a leitura do Termo de Posse dos novos Companheiros, feita pelo Companheiro Secretário Aníbal dos Santos Fernandes, colocação dos respectivos pins de Rotary na lapela de cada um, pelos padrinhos, leitura da prova Quádrupla pelo novo Companheiro Sylvio Regalla Júnior e dos objetivos de Rotary pelo novo Companheiro Walter Ferreira e palavras de cada um dos empossados, o Presidente Luiz Carlos Alves declarou empossados os novos Companheiros.

A seguir imagens reportando a reunião festiva.

   


Enviado por Luiz Carlos em Qui, 02/06/2016 - 15:42 , em

Com apenas 11% de rotarianos com menos de 40 anos de idade em todo o mundo, o futuro de muitos clubes poderá depender do recrutamento de jovens da geração do milênio.
Globalmente, há cerca de dois bilhões desses jovens, os quais são definidos de várias formas, mas identificados pelo Escritório do Censo dos EUA como pessoas nascidas entre 1982 e 2000.
Eles têm muito a oferecer ao Rotary. Tendo crescido em uma época de mudanças constantes, tremendos avanços tecnológicos
e maior acesso ao mundo, esses jovens estão especialmente equipados para manter o ritmo das tendências globais e atender necessidades comunitárias.
Eles são generosos e estão dispostos a servir como voluntários. Segundo o relatório de pesquisa sobre o impacto da geração do milênio de 2015, produzido pela agência Achieve, 84% dos respondentes afirmaram ter feito doações beneficentes no ano anterior, enquanto 70% prestaram serviços voluntários.
Como o seu clube pode se tornar mais atraente para esses jovens?
Quando nós lhes perguntamos, eles mencionaram três fatores como os mais importantes para sua geração.
OPORTUNIDADES DE LIDERANÇA
No relatório da Achieve, 77% dos respondentes disseram que estariam mais propensos a servir como voluntários se seus talentos e conhecimentos pudessem ser usados para uma causa.
Emmanuel Rey, 31 anos de idade e associado do Rotary Club de Villa Devoto, Argentina, reflete essa atitude. Ele diz que os jovens da sua geração não querem ficar nos bastidores, mas sim entrar em ação. Um ano após tornar-se rotariano, Rey foi indicado como presidente da Comissão Distrital do Rotaract. Como ex-rotaractiano, ele achou que a função lhe serviu perfeitamente.
“A oportunidade que me deram aprimorou a minha posição no Rotary e minha experiência no clube”, diz ele. “Associados da
minha idade se afiliam porque querem ajudar a comunidade e desenvolver habilidades pessoais.
Um clube que coloca jovens em cargos de responsabilidade logo após seu ingresso abre as portas para que eles contribuam, ao
mesmo tempo em que se torna mais equilibrado. Todos lucram.”
PREÇOS ACESSÍVEIS
Karthik Kittu ingressou no Rotary Club de Bangalore Southwest, Índia, porque as cotas eram razoáveis. Kittu, 33, diz que, depois de quase 12 anos como rotaractiano, ele estava animado com a possibilidade de se tornar rotariano, mas as cotas nos clubes de sua área eram altas demais.
“Jovens da minha idade estão no início de suas carreiras e não ganham necessariamente muito dinheiro. Eles estão constituindo família e comprando casa própria.
Nem sempre contam com renda excedente”, explica Kittu.
ENVOLVIMENTO FAMILIAR
A cada quatro reuniões, o clube realiza uma noite da família.
Cônjuges e crianças vêm jantar e participam de jogos e outras atividades do clube. “Envolver um membro da família no clube torna o Rotary mais abrangente”, diz Kittu.
“Inclusão é importante à minha geração. Queremos compartilhar nossas experiências.” Para ele, os jovens da geração do
milênio querem transformar vidas, ver resultados do seu trabalho e criar uma ampla rede de amigos e contatos profissionais. O Rotary é uma plataforma perfeita para isso, cabe aos clubes se adaptarem para atrair essa geração.

Fonte: Rotary Leader - Maio 2016

Enviado por Luiz Carlos em Sáb, 28/05/2016 - 14:25 , em

Realizada no dia 07 de maio do corrente ano, na Paróquia Nossa Senhora do Loreto, a XXVII Feira da Saúde e Cidadania, promovida pelo Rotary RJ Ilha do Governador com o apoio da SOMEI - Sociedade dos Médicos da Ilha do Governador, reeditou o grande sucesso de anos anteriores.

O evento conta com a colaboração/participação de diversas instituições parceiras do Rotary RJ Ilha do Governador, visando atender às comunidades carentes da ilha do Governador e proporcionar uma melhora para a saúde e o bem-estar das mesmas.

Tal como em anos anteriores, o já referido sucesso está caracterizado pelos números obtidos com a estatística realizada ao final do evento, que apresentou no ano de 2016 um total de 1.778 procedimentos, assim distribuídos.

 PROCEDIMENTOS  Nº de ATENDIMENTOS
 - Exame de glicose
300
 - Aplicação de flúor
 132
 - Distribuição de escovas dentárias, com orientação
 200
 - Aferição de pressão arterial
 341
 - Avaliação física pela ACM
 118
 - Orientação jurídica
 31
 - Orientação de emprego e Carteira de Trabalho
 220
 - Exames oftalmológicos
 59
 - Auriculoterapia
 40
 - Atendimentos médicos
 25
 - Fornecimento de medicamentos
 180
 - Massagem terapêutica
 12
 - Maquiagem artística (Tio Cado)
 60
 - Pesquisa acadêmica sobre queda de idosos
 20
 - Clínica da Família
 40



Enviado por Luiz Carlos em Sex, 20/05/2016 - 13:37 , em

O Conselho de Legislação (COL) de 2016 certamente será lembrado como o mais progressista da nossa história. Não apenas os delegados votantes aprovaram propostas para dar mais flexibilidade aos clubes quanto a reuniões e quadro associativo, como também aprovaram um aumento da cota per capita de US$4 por ano, pelo período de três anos. Com este aumento conseguiremos aprimorar o nosso website e ferramentas digitais, e acrescentar programas e serviços que visem o aumento do número de associados.

A cada três anos, representantes de todos os distritos rotários se reúnem em Chicago para o COL, evento essencial à governança do Rotary. Os participantes votam propostas para alterar normas que regem a nossa organização e seus clubes membros, sendo que as propostas aprovadas entram em vigor no dia 1° de julho em seguida ao COL.

A tônica do evento deste ano na flexibilidade teve início com duas propostas do Conselho Diretor, que foram aprovadas. A primeira contempla que, desde que os associados se encontrem no mínimo duas vezes por mês, eles podem variar o horário de suas reuniões, decidir quando cancelá-las e se elas serão presenciais ou pela internet. A segunda dá liberdade aos clubes para escolherem suas próprias regras e requisitos de quadro associativo.

Foi também aprovada a substituição de seis critérios de quadro associativo constantes dos Estatutos do Rotary por um requisito bem simples: o rotariano tem que ser somente uma pessoa de bom caráter e de boa reputação em sua ocupação profissional ou na comunidade que tenha o desejo sincero de servir.

O aumento de US$4 das cotas per capita foi baseado na previsão financeira de cinco anos, que apontou que se o Rotary não aumentasse as cotas ou não fizesse cortes drásticos, até o ano de 2020 suas reservas ficariam abaixo do nível exigido. A cota per capita a ser enviada pelos clubes ao RI será US$60 em 2017-18, US$64 em 2018-19 e US$68 em 2019-20. Caberá ao próximo COL avaliar as cotas novamente.

“Estamos vivendo uma época em que temos que pensar seriamente no nosso futuro”, enfatizou o vice-presidente do RI, Greg Podd. 

Podd disse que o aumento das cotas permitirá ao RI aprimorar as páginas do Meu Rotary, criar recursos para os clubes, simplificar a apresentação de relatórios por parte de clubes e distritos, expandir o acesso dos rotaractianos ao nosso site, aprimorar nosso sistema e oferecer uma experiência melhor de Rotary aos associados.

Outras decisões importantes tomadas no COL:

  • Um Conselho de Resoluções se reunirá anualmente para considerar recomendações ao Conselho Diretor do RI. Seus membros servirão por três anos e participarão do Conselho de Legislação no último ano do seu mandato. O Conselho de Resoluções permitirá ao COL se concentrar mais nas propostas de emenda, que têm o poder de alterar os documentos estatutários do Rotary. Os proponentes estimam que o COL será reduzido em um dia por não ter mais que considerar propostas de resolução, significando uma economia de US$300.000.
  • Os rotaractianos poderão continuar no seu clube e também se associar a um Rotary Club. A razão para aprovar a respectiva proposta foi que pouquíssimos rotaractianos (cerca de 5%) acabam se associando a um Rotary Club. O motivo para tal é que muitos não querem sair do seu Rotaract Clubs antes da época devida, que é quando completam 30 anos de idade. Esperamos, com esta medida, aumentar o número de jovens líderes no Rotary.
  • A distinção entre clubes tradicionais e e-clubs foi eliminada. Como os clubes passaram a se reunir de formas variadas, o COL decidiu que tal distinção se tornou desnecessária. Os clubes que têm o termo “e-club” em seu nome poderão mantê-lo.
  • A referência à taxa de admissão será retirada do Regimento Interno. Os proponentes argumentaram que esta referência não contribui à imagem de um Rotary moderno.
  • Foi criada uma comissão permanente para tratar assuntos do quadro associativo. e a erradicação da pólio foi reafirmada como sendo meta da mais alta prioridade para nós.

Saiba mais sobre o

Enviado por Luiz Carlos em Sáb, 23/04/2016 - 10:56 , em